Evidências de Deus , uma fé racional

este forum tem o propósito de organizar e juntar evidências científicas, filosóficas e racionais pela existência do Deus da biblia


Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

Macroevolução, será que é um fato ?

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo  Mensagem [Página 1 de 1]

1 Macroevolução, será que é um fato ? em Qui Ago 13, 2009 8:59 pm

Macroevolução, será que é um fato ?

http://elohim.heavenforum.org/t15-macroevolucao

Micro evolução e especiação é um fato. Mudança de uma espécie para a outra em longos períodos de tempo, a mudança de planos de corpos durante um longo período de tempo, não é um fato, nem sequer uma teoria, ou mesmo uma hipótese. E apenas fantasia sem um pingo de provas. Mostra-me alguns exemplos de fatos observados; por favor, fornece e dê-me dados empíricos de um evento desorganizado não direcionado neodarwiniano acidental aleatório macro-evolutivo de uma mudança / transição, onde um "tipo" de genus pode evoluir para outro além do nível de espécie (ou seja, especiação), como um organismo mudando aleatoriamente / transiçionando em um inteiramente diferente / novo, com novos recursos biológicos plenos, funcionamentos diferentes em um organismo, o surgimento de novas funções complexas, um novo gênero ou superior classificação em taxonomia, com o surgimento de novos planos corporais, asas, olhos, pulmões, brânquias, gênero sexual, transição de procariotas a eucariotas, o surgir da fotossíntese em cianobactérias e nitrogenase; algo que nós não precisamos acreditar mediante fé cega ?

Robert Shapiro:
Darwin "ignorou o fato inconveniente de que a seleção humana para traços alterados nunca gerou uma característica organizacional verdadeiramente nova (por exemplo, um membro ou um órgão) ou formou uma nova espécie. A seleção modifica somente caracteres existentes. "

o que é ciência ?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia

No seu sentido mais amplo, ciência (do Latim scientia, significando "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemático. Num sentido mais restrito, ciência refere-se a um sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico, assim como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tal pesquisa.

Comprovação científica

A comprovação científica é o conjunto de processos e métodos teóricos e práticos, conhecidos como Método Científico, que são realizados para averiguar sistematicamente a verdade e formar a certeza de que um determinado fato ou fenômeno de qualquer natureza é real, mensurável e passível de averiguação a qualquer momento pelos processos e instrumentos de controle, teóricos e práticos através de provas científicas.
Em sentido amplo, as provas científicas são todos os meios legítimos capazes de demonstrar a veracidade de um fato, fenômeno ou alegação, com o objetivo de convencer a comunidade científica da verdade dos fatos apresentados.
Para se ter o resultado pretendido, toda prova científica deve ser suficiente, clara, concludente e baseada em teoremas irrefutáveis.

A teoria da evolução é uma teoria comprovada, pelo fato de teorias como a da relatividade serem comprovadas?

Existem teorias científicas que são fatos comprovados. Mas no caso da evolução, ela nunca foi observada na forma em que é postulada. O fato de teorias como a da gravidade serem fato comprovado, não faz da evolução um fato comprovado.

Evolucionistas utilizam argumentos como: “teorias científicas são fatos comprovados”, e citam como exemplo a gravidade, ou então, argumentos como: “se a gravidade é teoria e é algo que já foi comprovado, então, a evolução, que também é teoria, assim como a gravidade, também é algo que já foi comprovado”.

a descoberta de Isaac Newton sobre a gravidade tornou-se uma lei, chamada Lei da Gravitação Universal, ou a Segunda Lei da Newton.

É claro quem existem sim, algumas teorias que são casos comprovados cientificamente, como a TEORIA eletromagnética, a TEORIA da relatividade, a TEORIA dos germes, a TEORIA do equilíbrio de Nash, entre outras: MAS NÃO NO CASO DA EVOLUÇÃO, POIS ELA NUNCA FOI COMPROVADA.
A teoria da evolução não pode ser reproduzida em laboratório. Aliás, Darwin nunca disse que sua teoria fosse um fato comprovado.

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=a+macroevolu%C3%A7%C3%A3o+for+provada+%3F&btnG=Pesquisa+Google&meta=&aq=f&oq=

http://www.youtube.com/watch?v=TR5lIXCNU88




A MICROEVOLUÇÃO PODE EXPLICAR A MACROEVOLUÇÃO?

Refutação ao Darwinismo   Micro-evolução vs Macro Evolução

O QUE É MACROEVOLUÇÃO?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Macroevolu%C3%A7%C3%A3o

Macroevolução é o estudo da evolução analisado a partir da escala de conjuntos de genes independentes[1]. Estudos macroevolutivos tem como foco as mudanças que ocorrem no nível de espécie ou acima, em contraste com a microevolução, que tem como objeto de estudo mudanças evolutivas em menor escala, que ocorrem dentro de uma espécie ou população, e podem ser descritas como mudanças nas frequências alélicas.

http://www.biociencia.org/index.php?option=com_content&task=view&id=61&Itemid=83


http://www.evolutionnews.org/2012/01/peer-reviewed_p055221.html

Temos encontrado e abordado este tipo de argumento não sofisticado para a evolução darwiniana muitas vezes antes. Você não pode apenas vagamente apelar para grandes e intermináveis quantidades de tempo (e de outros recursos probabilísticos) e assumir que a evolução darwiniana pode produzir qualquer coisa ", não importa o quão complexo." Em vez disso, você tem que demonstrar que existem recursos probabilísticos suficientes para produzir o recurso.

" Que tipo de educação é essa", quando se produz indivíduos que juram que a evolução é verdadeira ou que aqueles que se opõem a ela não entendem o processo !!

O chamado argumento evolutivo é mais uma questão de agredir a inteligência daqueles que se opõem a ela com uma série de observações que os evolucionistas realmente não têm como explicar. Argumentar que sempre há tempo suficiente para a complexidade da vida a se revelar é um argumento insustentável. Os números são de desconto em qualquer escala que pode relacionar-se possível para explicar o que vemos de vida. Não obstante, temos gente  aqui que vão tão longe a dizer que está tudo contabilizado já, como se soubessem já tudo como aconteceu.

Uma parábola:
Suponha que um homem caminha até você e diz: "Eu sou um bilionário."
Você diz "Prove".
Ele diz: "ok", e ele aponta outro lado da rua em um banco. "Meu dinheiro está no banco lá." (O banco está fechado.)
Você diz "O que isso prova?"
Ele diz: "Todo mundo sabe que os bancos têm dinheiro nelas"
Você diz "Eu sei que há dinheiro no banco, mas por que eu deveria acreditar que ele é o seu dinheiro?"
"Porque é VERDE", diz ele.
"O que mais você pode me mostrar?"
Ele chega no bolso e tira um centavo. "Veja - eu sou um bilionário."
Você ainda é cético. "O que isso prova?", Você pergunta.
"Eu sou um bilionário", afirma em voz alta (obviamente irritado que você iria questioná-lo). Ele chega em outro bolso e tira um centavo, "Você acredita em mim agora?"


http://porquecreio.blogspot.com/2008/12/macroevoluo.html

Se se pudesse demonstrar que existiu algum organismo complexo que possivelmente não tenha sido formado por inúmeras modificações leves e sucessivas, minha teoria entraria em absoluto colapso.

Charles Darwin

A macroevolução é uma teoria ou modelo das origens que sustenta a idéia de que todas as variedades deformas de vida provêm de uma simples célula ou "ancestral comum". Os macroevolucionistas crêem que, uma vez que as primeiras células vivas passa ram a existir, foi apenas uma questão de tempo, seleção natural,1 e alterações biológicas moleculares aleatórias em seus sistemas de informação genética (mu tações) para o aparecimento de novas características (mudanças microevolutivas). De acordo com o darwinismo, essas pequenas mudanças microevolutivas sucessi vas vieram a acontecer por meio de variações genéticas casuais iniciadas por uma mudança de ambiente, que exerceu várias pressões sobre os organismos. Isso os induziu a mutações a fim de sobreviverem, e por fim os organismos mais adap­táveis sobreviveram (sobrevivência do mais adaptado). A sobrevivência se deu em certos organismos pela superação de limites biológicos naturais relativos a sua espécie e deu origem a novas espécies.2 {macroevolução).
Baseados neste modelo darwiniano de "origem das espécies", os macroevolucionistas crêem que todas as espécies têm um ancestral comum, inclusive a raça humana. Conseqüentemente, se gundo a macroevolução, a vida huma na, em última instância, é o resultado de uma série de mudanças microevo lutivas durante um longo período de tempo, começando com as primeiras células vivas que enfim deram origem à humanidade.


HÁ VARIAÇÕES DA MACROEVOLUÇÃO



A concepção macroevolucionista mais comumente sustentada é conhecida como gradualismo. Seguindo Darwin, dois famosos cientistas que sustentam essa posição, que é o entendimento clássico do darwinismo, são Stephen Hawking e Richard Dawkins. O gradualismo afirma que são necessários períodos muito longos de tempo para se completar o que é conhecido por formas de vida transicionais ou intermediárias. Uma forma de vida intermediária é a macroevolução "em processo". Em outras pala vras, é uma forma de vida em transição, que possui algumas características da espécie a que uma vez pertenceu e alguns atributos que no final a transforma rão numa nova espécie. Conseqüentemente, esse modelo das origens afirma que novas formas de vida apareceram gradualmente como produto de seleção natural e de mutações genéticas através de períodos muito longos de tempo (normalmente milhões de anos).
A mais recente variação do modelo macroevolutivo se chama equilíbrios pon tuados. Um nome preeminente associado a essa teoria é um de seus formuladores, Stephen Jay Gould (paleontólogo e professor de biologia na Universidade de Harvard). O colega de Gould, Niles Eldredge (paleontólogo do Museu Ameri cano de História Natural, em Nova York), assistiu-o na conceituação dessa variação. Ambos haviam reconhecido que as evidências observáveis (restos de fóssil de uma forma de vida em transição) previstas pela teoria da macroevolução e necessária para dar suporte ao gradualismo eram seriamente escassas. Dessa forma, propuseram uma explicação diferente da macroevolução, que afirma que novas formas de vida se criaram pela "eclosão rápida da especiação" (esta visão é explicada e analisada abaixo). Gould e Eldredge propuseram que essas eclosões rápidas de macroevolução ocorreram em períodos de tempo relativa mente curtos (em geral, centenas a milhares de anos) em oposição aos milhões de anos exigidos pelo gradualismo.3 A teoria ainda sustenta que as novas for mas de vida aparecem como produto de mutações genéticas casuais ilimitadas, mas em graus de velocidade altamente acelerados, deixando poucos traços de for mas intermediárias de vida no registro fóssil.


QUAL É O MODELO DE PROJETO?


Modelo de projeto é a teoria das origens que afirma que todas as formas de vida foram projetadas para sofrer somente variações genéticas limitadas (microevolução) afim de se adaptar e sobreviver aos estresses causados pelas mudanças ambientais. Algumas formas de vida não foram capazes de se adaptar a suas circunstâncias porque haviam alcançado as limitações de seu projeto e, conseqüentemente, se extinguiram. Os teístas que sustentam esta forma de modelo das origens de projeto crêem que a observação confirma variações microevolutivas em certo grau dentro de uma determinada espécie4 Este modelo prevê que o registro fóssil não dá testemunho das formas de transição, mas, sim, manifesta a evi dência das formas de vida surgindo sobre a terra abruptamente e plenamente formadas, confirmando sua causa: o irromper repentino da criação. Além dis so, este modelo prevê que as formas básicas de vida experimentaram mudanças limitadas e não exibiram nenhuma modificação direcional durante sua existên cia sobre a terra.
O modelo de projeto das origens sustenta que as formas de vida experimen tam apenas mudanças microevolutivas limitadas durante longos períodos de tem po. Também assevera que as semelhanças entre as formas de vida são resultados das especificações de projetos comuns — não de um ancestral comum. De acor do com o modelo de projeto, esse critério de projeto interdependente se prende ao fato de que todas as formas de vida compartilham um ambiente comum e devem ser capazes de funcionar adequadamente dentro de seu ecossistema. Por tanto, baseado nesse projeto, este modelo prevê que algumas mudanças ambientais podem causar uma extinção em massa de certas formas de vida.


HÁ VARIAÇÕES DO MODELO DE PROJETO?


Basicamente, há três formas variantes do modelo de projeto das origens. Duas se referem ao tempo e a terceira, ao mecanismo. A primeira variação do modelo de projeto das origens é sustentada por teístas que crêem que o universo espaço-tempo e todas as formas de vida foram criados em seis dias sucessivos de 24 horas. Essa posição é conhecida como a teoria da terra jovem. Outros teístas sustentam que o universo material e todas as formas de vida foram formados em vários estágios progressivos, cada estágio separado por um longo período de tempo. Os teístas que sustentam essa posição crêem que cada intervalo de tempo permitiu ao ser recém-criado no ambiente ser devidamente introduzido — o que gradualmente permitia ao ecossistema alcançar seu equilíbrio natural, ou o ponto de equilíbrio. Esta variação do modelo de projeto das origens é conhecida como teoria da criação progressiva. Essas concepções diferem em rela ção ao tempo, mas concordam essencialmente em que a ciência operacional e as evidências observáveis do registro fóssil existente não dão apoio a nenhum modelo macroevolutivo das origens.
A terceira variação do modelo de projeto das origens é conhecida como evolucionismo teísta. Os teístas evolucionistas confirmam a necessidade de uma causa primeira inteligente para todas as formas de vida. Contudo, acreditam que essa causa inteligente usou um processo de macroevolução para produzir novas formas de vida. Os teístas evolucionistas emprestam idéias de ambos os modelos: macroevolucionista e modelo de projeto das origens. Embora a macroevolução teísta possa classificada na categoria de variante do modelo de projeto, vamos criticá-la como forma variante da macroevolução. O motivo para isso é que, se podemos demonstrar que a macroevolução não é um modelo científico viável, qualquer forma de macroevolução também será automatica mente desqualificada. Se nosso argumento se sustenta — isto é, se as evidênci as observáveis e as leis da ciência não dão suporte à macroevolução —, então qualquer prefixo ou rótulo ("teísta", por exemplo) que se vincule ao modelo macroevolutivo não nos diz respeito.

Quando examinamos as variações tanto do modelo de projeto quanto do modelo do macroevolutivo, é de importância crítica sempre ter consciência da diferença que se deve fazer entre a ciência operacional e a ciência das origens. Não podemos permitir que nenhuma idéia infundada acerca da origem das novas formas de vida seja injetada na corrente desta análise antes das conclu sões da ciência operacional. Se permitirmos, daremos a questão como provada, o que ocorre quando uma hipótese injustificável se intromete num argumento que apóia uma conclusão ainda não estabelecida.
Por exemplo, Stephen Jay Gould disse que o mecanismo da macroevolução é de fato desconhecido, no entanto, também afirmou ao mesmo tempo que ele é insignificante em relação ao fato da macroevolução. Disse: "Nossa luta contí nua para entender como a evolução acontece (a teoria da evolução) não põe em dúvida nossa documentação de sua ocorrência — o 'fato da evolução'".5 Gould reconheceu abertamente que o mecanismo {como 2l macroevolução ocorre) não é conhecido, mas o "fato da evolução" {que ela ocorreu) é certo. Este é um caso simples de dar a questão como provada — a conclusão (a macroevolução é um fato) é usada como um pressuposto (a macroevolução aconteceu). Falando sem rodeios, Gould deveria ter dito: "Eu sei que a macroevolução é verdadeira por que ela aconteceu, e eu sei que ela aconteceu porque ela é verdadeira".
Tomar como certo que de alguma forma a macroevolução aconteceu e que não há nenhuma limitação natural para alteração biológica é um pressuposto extremamente substancial e altamente questionável que precisa ser justificado. Com referência à "documentação" da macroevolução, vamos tentar demonstrar que o registro fóssil não revela essa evidência. Vamos impedir que todas as suposições, escondidas ou reveladas, influenciem modelos de origens antes que provem ser filosófica e cientificamente justificadas.



Última edição por Elohim888 em Ter Dez 30, 2014 2:55 pm, editado 14 vez(es)

Ver perfil do usuário
Como devem ser avaliados os modelos das origens?


Propomos que, para determinar se qualquer modelo de origens é aceitável, ele deve seguir os primeiros princípios filosóficos e não pode violar as leis da ciên cia. Nossa meta é averiguar que modelo, o de projeto (adaptação biológica limitada — microevolução) ou a macroevolução (adaptação biológica ilimita da) mais se conforma a esses critérios. Stephen Hawking também acrescenta mais dois elementos de teste:

Uma teoria é boa se satisfaz a duas exigências: descrever com precisão uma ampla classe de observações com base num modelo que contenha apenas alguns elementos arbitrários; e fazer predições claras acerca dos resultados de observações futuras.6

Além de se conformar aos primeiros princípios e às leis científicas, a credibi lidade de cada modelo depende da precisão em explicar uma "ampla classe" de evidências observáveis e em testar a exatidão das predições "claras" que cada mo delo faz com respeito a observações futuras. O modelo macroevolutivo, por exem plo, assevera que não há limites biológicos para as alterações microevolutivas e prevê que o registro fóssil dê apoio a essa declaração com a descoberta de fósseis de espécies de transição. Ao contrário, o modelo de projeto da criação afirma que há limites para a adaptação biológica (microevolução) e prevê que o registro fóssil mostrará o surgimento abrupto de novas formas de vida plenamente desenvolvi das. O objetivo de cada modelo deve ser oferecer uma explicação para o aparecimento de novas formas de vida, com atenção especial ao surgimento da vida humana. Uma vez que as leis da ciência e da evidência empírica tenham sido demonstradas, devemos ser capazes de julgar por nós mesmos qual modelo de origens se confor ma mais aproximadamente com os critérios estabelecidos.
Pretendemos argumentar que a teoria da macroevolução é insustentável, mostrando que ela não é substanciada pela ciência operacional. Em primeiro lugar, vamos analisar o suposto mecanismo pelo qual se supõe que o processo da macroevolução ocorreu (seleção natural e mutações genéticas). Em seguida, examinaremos o registro fóssil para verificar se há evidências observáveis sufici entes para satisfazer as previsões feitas pela concepção gradualista do modelo macroevolutivo.
Depois de mostrar as deficiências associadas à concepção gradualista, nos voltaremos para a variante relativamente nova da macroevolução, a hipótese chamada equilíbrios pontuados. Pretendemos demonstrar sua improbabilidade. Além do mais, demonstrar-se-á que a única alternativa lógica é o modelo de projeto de origens. Em seguida, testaremos esse modelo a fim de determinar se é uma opção científica viável, isto é, se satisfaz os critérios de uma boa teoria. Se isso acontecer, precisamos apenas apresentar todos os dados concernentes às origens de modo sistemático para verificar que variação do modelo de projeto das origens — o da terra jovem ou o da criação progressiva — corresponde mais precisamente a todas as evidências.



A SELEÇÃO NATURAL DÁ APOIO À MACROEVOLUÇÃO?


Todo modelo de origem deve responder a esta pergunta: "O que produziu esse efeito?". Um modelo das origens precisa de uma causa que realize o trabalho em questão. No caso das causas naturais, deve haver um processo ou mecanis mo natural que possa produzir o efeito. A microevolução explica a variação dentro de uma determinada espécie, mas a macroevolução deve fornecer um mecanismo que explique como uma forma de vida finalmente se transforma em uma outra. Por essa razão, uma das primeiras questões que precisa ser res pondida é: "Há algum limite genético ou biológico (limitações de projeto) dentro da estrutura de tipos genéticos?".
Se, como a teoria evolucionista afirma, não há limites para alterações bioló gicas, também é preciso perguntar: "Como o organismo sabe que tipo de mu tação genético é necessário para se transformar no tipo de ser que será capaz de sobreviver no novo ambiente?". Não nos esqueçamos de que seleção implica a idéia de escolher entre alternativas, e para isso é necessário inteligência. O DNA, em siy não tem mente para escolher coisa alguma, para selecionar sozinho um novo código de sobrevivência. Como pode haver alguma meta ou seleção sem nenhuma inteligência envolvida no processo? Em outras palavras, como um organis mo sabe que deve adaptar-se ao seu ambiente a fim de continuar existindo? Por que simplesmente não morre? Essas perguntas nos levam de volta à única res posta lógica — as células devem ter sido programadas por uma mente inteli gente, que as projetou para ter uma adaptação limitada ao ambiente em transformação. Com esses parâmetros de projeto em ordem, certas mudanças ambientais disparam ajustes específicos dentro do sistema biológico e permi tem que ele se adapte ao ecossistema em transformação até onde seus limites permitirem.
Pense, por exemplo, num computador que opera e controla um avião quan do o piloto muda a chave para o piloto automático. O computador foi projeta do para perceber as mudanças de pressão, altitude, velocidade do vento e outras dinâmicas a fim de fazer as alterações apropriadas para os sistemas essenciais que mantêm o avião na sua rota. Contudo, se o ambiente se alterar além dos parâmetros programados no computador, ou o piloto assume o controle, ou os resultados serão desastrosos.
Os macroevolucionistas insistem, não obstante, que não há limitações de mudanças nos sistemas biológicos. Naturalmente, a macroevolução "em pro cesso" não pode ser observada. As grandes transições evolutivas são considera das singularidade (supostamente ocorreram apenas uma vez). Portanto, os macroevolucionistas apelam para uma analogia chamada seleção artificial para apoiar sua reivindicação. Sustentam que, uma vez que a seleção artificial pode produzir mudanças significativas num curto período de tempo, a seleção natu ral produziria mudanças até maiores em períodos longos de tempo. Para verifi car se essa analogia é válida, precisamos simplesmente testá-la.
Primeiro, é preciso reconhecer que as analogias não provam, elas meramen te esclarecem ou ilustram. Uma analogia é aceitável somente se os seus elemen tos têm mais semelhanças do que diferenças. Se o oposto é verdadeiro, então não é uma analogia válida. Nossa tarefa é demonstrar a implausibilidade dessa analogia particular, que já foi cuidadosamente examinada e é citada na tabela a seguir.
A comparação mostra claramente que ao invés de semelhantes, a seleção artificial e a natural são opostas nos aspectos mais críticos. Por esta razão, a analogia não é boa e não fornece nenhuma evidência observável que sustente a credibilidade da seleção natural como mecanismo válido para a macroevolução. Mesmo assim, alguns macroevolucionistas ainda sustentam que a seleção arti ficial demonstra a validade da seleção natural, e eles apelam para a ciência operacional citando projetos de pesquisa como, por exemplo, os experimentos da mosca-das-frutas.



Seleção artificial

Meta: Finalidade em vista
Processo: Processo dirigido inteligentemente
Escolhas: Escolha inteligente dos descendentes
Proteção: Descendentes protegi dos de forças destrutivas
Anormalidades: Preserva as anormalidades desejadas
Interrupções: Interrupção continuada para alcançar a meta desejada
Sobrevivência: Sobrevivência preferencial


Seleção natural
Meta: Nenhuma finalidade em vista
Processo: Processo Cego
Escolhas: Nenhuma escolha inteli gente dos descendentes
Proteção : Descendentes não prote gidos de forças destrutivas
Anormalidades: Elimina a maior parte das anormalidades
Interrupções: Não há interrupções continuadas, pois não há nenhuma meta a atingir.
Sobrevivência: Não há sobrevivência preferencial


O QUE DIZER DOS EXPERIMENTOS COM A DROSÓFILA (MOSCA-DAS-FRUTAS)?

Os macroevolucionistas sustentam que o processo cego produziu a complexi dade especificada da vida pelas mutações que ocorreram principalmente du rante a replicação do dna, por deleção, adição, ou alteração de um único nucleotídeo. Mas a verdade é que as mutações são equívocos, erros que violam as regras da ortografia e da gramática da linguagem do dna. Esses erros são análo gos aos cometidos quando se escreve um manuscrito. Os macroevolucionistas afirmam que esse é o meio pelo qual a estrutura genética de um organismo se altera e produz rupturas capazes de produzir novas formas de vida. Mas como os erros podem ser a base para a adaptação? As adaptações às mudanças do ambiente requerem conhecimento do que é necessário alterar a fim de sobrevi ver como um dos mais adaptados. O que se vê é que para as adaptações serem significativas devem ser o resultado de um projeto inteligente, não o produto do tempo e de forças cegas.
Na tentativa de providenciar evidências observáveis para apoiar sua posi ção, os macroevolucionistas põem a prova sua hipótese com o que veio a ser conhecido por "burro de carga genético" da macroevolução: uma mosca-das-frutas chamada drosófila. Os cientistas macroevolucionistas têm tentado mudar a drosófila por diversos meios nos últimos 75 anos na tentativa de forçá-la, com as mutações, a transformar-se em alguma nova forma de vida. Contudo, mesmo com a intervenção inteligente e em condições controladas no laborató rio, todos os esforços dos macroevolucionistas têm sido em vão. A drosófila permanece aquilo que sempre foi — uma mosca-das-frutas. Ao invés de de monstrar que os limites genéticos não existem, a drosófila provou exatamente o oposto.7
Por que os geneticistas macroevolucionistas não conseguem que a drosófila se transforme numa nova forma de vida? A resposta simples é que o código genético da mosca-das-frutas foi criado com certos limites, e a informação ne cessária para transformar esse código numa nova forma de vida não existe den tro da estrutura molecular ou nos parâmetros do projeto da drosófila. Além disso, um novo tipo genético requer mais que simplesmente uma modificação de gene, necessita de uma nova informação/material genética, inclusive a inte­ligência para construí-lo. Conseqüentemente, se os macroevolucionistas inteli gentes não conseguem realizar essa tarefa pela própria engenhosidade, por que devemos considerar a idéia de que ela pode acontecer por variações genéticas acidentais? Logo, concluímos que, se as teorias científicas devem permanecer científicas, elas devem ficar estritamente dentro dos parâmetros da ciência operacional. A drosófila fornece evidências observáveis sólidas que confirmam a implausibilidade tanto da seleção natural quanto da artificial como meca­nismos viáveis em favor da macroevolução. Na realidade, a pesquisa deles serve como evi dência observável forte para au torizar a afirmação do modelo de projeto de que a variação macro evolutiva ocorre dentro dos limites genéticos.



Última edição por Elohim888 em Qua Ago 19, 2009 12:57 pm, editado 3 vez(es)

Ver perfil do usuário
Que dizer do emprego de modelos de computador e analogias?
Alguns cientistas convocam modelos matemáticos e outras analogias para de monstrar que mutações genéticas aleatórias, durante longos períodos de tem po, podem produzir a complexidade especificada requerida para a vida e para surgir novas formas de vida. Por exemplo, Stephen Hawking refere-se a "um conhecido bando de macacos batendo nas teclas de uma máquina de escrever — a maior parte do que escrevem é lixo, mas muito eventualmente, por pura sorte, eles datilografariam um soneto de Shakespeare". De modo semelhante, as mutações casuais não poderiam produzir esse tipo de ordem que finalmente daria origem à primeira forma de vida (uma simples célula) e novas formas de vida?
O texto que usamos para determinar a credibilidade da analogia entre a seleção artificial e a seleção natural também pode ser usado para testar a analo gia do macaco. Antes disso, é importante observar que os macroevolucionistas usam muitas outras analogias baseadas em evidências circunstanciais, entre elas anatomia comparativa, embriologia, bioquímica comparativa e estrutura comparativa de cromossomos. Todavia, tudo isso não prova nada em relação às evidências observáveis e à ciência operacional. Por causa disso, esta será a última analogia que analisaremos, pois nosso propósito é testar a validade dos aspectos fundamentais dos modelos de origens, não dar um panorama de evidências circunstanciais.
Precisamos apenas voltar à ciência operacional e ao primeiro princípio da biologia molecular com respeito à teoria da informação: a lei de complexidade especificada. Esta lei confirma que o conteúdo de informação do texto genético não pode surgir sem causa inteligente. A inteligência é precondição necessária para a origem de qualquer código de informação, inclusive o código genético, não importa quanto tempo leve. Portanto, qualquer analogia que tente explicar o código genético sem intervenção inteligente desqualifica-se automaticamen te como explicação científica.
Além do mais, propor que macacos sentados em frente a uma máquina de escrever depois de algum tempo acabem datilografando um soneto de Shakespeare vai muito além do escopo da ciência no que se refere à estatística. Um especialista em estatística decidiu tentar resolver a probabilidade de tal esforço:

William Bennett criou no computador um trilhão de macacos diante de máquinas de escrever, digitando dez teclas por segundo ao acaso. Teríamos de esperar um trilhão de vezes a idade estimada do universo para ver sequer a frase "Ser ou não ser: eis a questão". Pode não ser teoricamente impossível uma chaleira de água congelar-se quando colocada sobre uma boca de fogão acesa, mas a probabilidade real é tão absurda que mal vale a pena falar sobre isso.8

Se é difícil imaginar macacos sentados quietos diante de escrivaninhas dati lografando, é muito mais difícil ainda imaginar que não haja macacos rasgando papéis e derrubando as máquinas de escrever das escrivaninhas — nem todos os macacos têm a capacidade de construir. Nem tampouco as mutações têm. Para dizer a verdade, quase todas, se não todas, as mutações são erros destrutivos que prejudicam a sobrevivência do organismo.
Richard Dawkins dá uma versão mais criativa e modificada da mesma ana logia, mas de modo que a faz parecer mais factível. Diz:

Eu não sei quem primeiro assinalou que, dado tempo suficiente, um maca co esmurrando aleatoriamente uma máquina de escrever poderia produzir todas as obras de Shakespeare. A frase operativa é, naturalmente, dado tem po suficiente. Limitemos a tarefa defrontando-nos um pouco com o nosso macaco. Suponha que ele tenha de produzir, não as obras completas de Shakespeare, mas apenas a curta sentença: "Methinks it is like a weasel" [Acho que ela parece uma fuinha], e tornaremos a tarefa relativamente fácil dando-lhe uma máquina de escrever com um teclado restrito, com apenas 26 letras (maiúsculas) e uma barra de espaço. Quanto tempo ele levará para escrever essa frase curta? [...] A probabilidade de ele conseguir formular a frase toda corretamente é [...] de cerca de 1 em 10 000 milhões, milhões, milhões, milhões, milhões. Falando de maneira mais simples, a frase que procuramos demoraria muito tempo a chegar, sem falar nas obras completas de Shakespeare. Até aqui falamos de um único estágio de variação aleatória. Que dizer a respeito da seleção cumulativa: quanto ela seria mais eficaz? Muito, muito mais eficaz [...] Usamos novamente nosso macaco de compu tador, mas com uma diferença crucial em seu programa. Ele começa nova mente escolhendo ao acaso a seqüência de 28 letras [caracteres], exatamente como antes:

WDLMNLT DTJBKWIRZREZLMQCO P

Ele agora "gera" desta frase aleatória. Duplica-a repetidas vezes, mas com uma certa probabilidade de erro casual — "mutação" — no copiar. O compu tador examina as frases mutantes sem sentido, a "progênie" da frase original, e escolhe aquela que, embora ligeiramente, mais se parece com a frase alvo,
"methinks it is like a weasel".9

Observe como a analogia de Dawkins está se distanciando cada vez mais da não-inteligência, das mutações ao acaso. Ele concorda que a seleção de "um único passo" não funciona. (Com "único passo" ele quer dizer a mutação que se "apaga" depois de ocorrer e precisa começar de novo de onde estava antes de ocorrer [a mutação]). Em seguida dá a entender que a mutação que segue na direção "certa" é armazenada para ser acionada posteriormente. Esse efeito cu mulativo (o armazenamento das formas mutantes favoráveis do organismo) supostamente vai ajudar o organismo a alcançar o seu objetivo pretendido, que ele chama de "alvo". Todavia, como esse organismo "sabe" qual é o alvo ou mesmo como ele pode "saber" que não é explicado.
Isso não freia Dawkins. Ele continua sua ilustração mostrando que o maca co do computador conseguiu atingir sua "frase alvo" mais rápido utilizando o método da seleção cumulativa em oposição à seleção de "único passo".

Há uma grande diferença, portanto, entre a seleção cumulativa (em que cada melhora, embora leve, é usada como base para construção futura) e a seleção de "único passo" (em que cada tentativa é uma nova tentativa). Se a evolução tivesse que depender da seleção de "único passo", jamais teria ido a lugar algum. Se, no entanto, tivesse havido algum meio pelo qual as condi ções necessárias para a seleção cumulativa pudessem ter sido estabelecidas pelas forças cegas da natureza, as conseqüências poderiam ser estranhas e maravilhosas. De fato, foi exatamente isso que aconteceu neste planeta.10

Precisamos parar aqui e analisar as duas últimas frases. "Se [...] as condições necessárias [...] pudessem ter sido estabelecidas pelas forças cegas [...] De fato, foi exatamente isso que aconteceu". Espere um pouco — o que aconteceu e como aconteceu? Devemos aceitar a suposição cientificamente injustificada: "Se as condições necessárias pudessem ter sido estabelecidas pelas forças cegas" como uma premissa maior verdadeira por puro salto de fé "cega"? Temos de acreditar que é "de fato", e não apenas algum esforço desesperado de ajudar Dawkins a explicar por que a macroevolução é um modelo viável? Como as "forças cegas da natureza" estabeleceram as condições necessárias e criaram um software (informação) se existia apenas o hardware (matéria)? Quem criou o programa original? A validade da proposição total de Dawkins repousa sobre a credibilidade da premissa maior. E essa premissa maior contém uma suposição incrivelmente injustificável que de novo revela um raciocínio circular.
Como as condições necessárias para uma informação altamente especificada e complexa foram estabelecidas é o aspecto mais importante da teoria da macroevolução. Dawkins negligencia e, desse modo, deixa de ir diretamente aos fundamentos da ciência dando explicação de como a informação veio a existir (o princípio da causalidade). Ele indiretamente mostra com sua analo gia de computador que deve haver uma relação direta entre a informação (mente/ software) e a estrutura molecular (hardware). Todavia, jamais dá nenhuma ex plicação de como a matéria sem inteligência é capaz de estabelecer as condições necessárias para alguma coisa, sem mencionar a complexidade necessária para a vida e novas formas de vida.
A citação seguinte é extensa e pode ser difícil de acompanhar. Mas se você tiver calma e ler cui dadosamente, ela vai ajudá-lo a enxergar por que a mutação da matéria, de único passo ou cumu lativa, é insuficiente para produ zir novas formas de vida.

As moléculas de tinta que mediam o conteúdo deste livro têm sua própria ar quitetura química, que reproduz as frases escritas em preto, de modo legível e perceptível. Essa arquitetura das moléculas existe como sistema fechado e faz que a tinta — ou a tinta da impressora — se torne preta. Simultaneamente, também forne ce uma base para a forma codificada super imposta de uma linguagem. Essa forma escrita de linguagem se baseia na arquitetura da tinta da impressora, sem se originar dela. Nem tampouco a informação contida nas moléculas da tinta da impressora dá base para o conteúdo, o conteúdo codificado do livro completo, embora a arquitetura da tinta e a arquitetura de uma sentença ou da escrita sejam certamente interdependentes. Todavia, a constituição química da tinta é completamente independente do conteúdo codificado do texto do livro. Foi imposta à química da tinta informação externa. Essa informação pertence à ordem do segundo tipo.
Se se derramar água num texto escrito a tinta, esse texto vai ser modifi cado ou parcialmente manchado, mas jamais uma nova informação seria fundamentalmente acrescentada ao texto desse jeito. A química das muta ções na informação do código genético tem efeito semelhante ao da água em nosso texto. As mutações modificam ou destroem a informação genética já existente, mas nunca criam nenhuma nova informação. Jamais criam, por exemplo, um órgão biológico inteiramente novo, como um olho ou um ouvido. Aí repousa um erro [...] de que fundamentalmente uma nova infor mação se cria pelas mutações [...]
As propriedades químicas dos átomos do carbono que afetam a natureza da molécula do dna têm pouco a ver com o conteúdo codificado dos ácidos nucléicos, embora ambos sejam interdependentes — exatamente como a tinta da impressora e o conteúdo do texto. Esses dois estágios podem ser distintos um do outro da seguinte maneira: o primeiro tipo de ordem não inclui nenhum "projeto" ou teleonomia11, enquanto o segundo tipo de or dem (escrita) inclui a teleonomia codificada e os projetos codificados. Do mesmo modo que a tinta da impressora não contêm intrinsecamente ne nhum código que indique "grama", o primeiro tipo de ordem não contém nenhum código simulado nem informação armazenada. Mas o escrito codi ficado registrado com a ajuda da tinta da impressora contém tanto o primei ro como o segundo tipo de ordem. No segundo tipo, a informação adicional que excede e transcende a da química pura está incluída.
Naturalmente, os fenômenos de duas ordens superimpostas estão espa lhados. Um pedaço de ferro jogado contém a ordem abrigada pelo ferro. Mas essa ordem não é suficiente para construir a ordem do eixo de um carro. A informação necessária para construir o eixo de um carro não é inerente ao ferro. Contudo, uma informação "estranha" adicional ao eixo pode ser impressa na informação abrigada pelo ferro. Tendo em mãos a planta de um carro e o ferro e usando os dois numa oficina, constrói-se o eixo. O ferro em si, porém, não tem a informação codificada na planta do carro, mas pode receber e contê-la, de modo que o eixo passe a existir. Destarte, o eixo do carro possui ao mesmo tempo as propriedades da planta e as das moléculas do ferro. Portanto, o eixo do carro é um tipo de híbrido entre os dois tipos de ordem.
Da mesma forma, os componentes químicos dos ácidos nucléicos e das proteínas da vida não têm informação suficiente para criar uma ameba ou um homem. Mas tendo um conceito de vida (um projeto, digamos) e com binando essa informação codificada com as propriedades dos componentes dos ácidos nucléicos (ou das proteínas), pode-se formar um homem ou uma ameba. Entretanto, a matéria sozinha — nem mesmo a matéria da qual os ácidos nucléicos ou as proteínas são formados — não possui a informação de um projeto codificado necessário para fazer um homem. Um organismo vivo é um híbrido entre os dois tipos de ordem.12

A relação entre o software e o hardware é a relação entre a mente e a matéria. Essa percepção é tudo que se precisa para verificar a impossibilidade da metá fora macroevolucionista do macaco na máquina de escrever. A mesma impossi bilidade aplica-se a todas as outras comparações feitas pelos macroevolucionistas baseadas em evidências circunstanciais, entre elas a anatomia compara da, a embriologia, a bioquími ca comparada e a estrutura dos cromossomos comparada.
Concluímos, portanto, que a inteligência é o verdadeiro "elo perdido" da cadeia da teoria macroevolucionista. Sem o pro gramador original para produ zir o software, o computador não pode operar de forma alguma. Não somente isso, o hardware sozinho nunca seria capaz de gerar espontaneamente um programa auto-replicante que se modifique cumulativamente para produzir uma versão mais maravilhosamente complexa e especificada de sua versão original. Isso é o que tem de ser demonstrado para que a macroevolução possa ter bases em leis científicas e em evidên cias observáveis. Entretanto, a ciência operacional não conhece nenhum mecanis mo que dê apoio à novidade biológica por meio de mutações cumulativas. O registro fóssil é a única evidência observável para ajudar no apoio à reivindica ção de que o acúmulo de pequenas mutações durante longos períodos de tem po foi responsável por novas formas de vida. E assim nos voltamos para a disciplina da paleontologia a fim de examinar essas evidências.



Última edição por Elohim888 em Qua Ago 19, 2009 12:56 pm, editado 2 vez(es)

Ver perfil do usuário
O QUE SE PODE AFIRMAR SOBRE O REGISTRO FÓSSIL (EVIDÊNCIA PALEONTOLÓGICA)?


Se os macroevolucionistas como Richard Dawkins estão corretos a respeito do gradualismo — se o acúmulo de pequenas alterações durante longos perío dos de tempo ocorreu, então esse fato histórico deve ser verificável no registro fóssil. Se a macroevolução ocorreu de fato ocorreu de modo gradual por meio de mudanças microevolutivas cumulativas e ilimitadas, então as transições en tre as formas de vida devem aparecer na evidência paleontológica como parte do que o organismo era em seu estado original e parte daquilo em que se estava transformando como uma nova forma de vida.
A concepção gradualista prevê que uma grande classe de fósseis intermedi ários ou transicionais deve ser descoberta no registro fóssil. Pode-se verificar essa previsão produzindo evidências fósseis de transições graduais de for mas de vida relativamente simples em formas de vida cada vez mais comple xas. Por exemplo, o registro fóssil deve ser preenchido com algum tipo de combinação de um peixe num está gio de transição, quando ele está-se tornando anfíbio (digamos, peixíbio), ou uma mistura de um réptil em tran sição que está se transformando numa ave (digamos, reptave).
A paleontologia é o estudo das formas de vida existentes nos tempos pré-históricos conforme representadas pelos restos fósseis de plantas, animais e outros organismos. Fóssil é um remanescente de um organismo de uma era geológica passada, como, por exemplo, um esqueleto de um animal ou uma folha impressa incrustado e preservado na crosta terrestre. Com isso em mente, comecemos bem do princípio, num ponto da história conhecido por período Pré-cambriano, e vejamos o que o registro tem para nos dizer.
Na geologia, o período de tempo Pré-cambriano é a divisão de tempo mais antiga e maior pelo qual os estratos da rocha são organizados. Considera-se que essa era inclui o intervalo total de tempo que começou com a formação da crosta sólida da terra e terminou quando a vida nos mares havia começado a florescer. E o espaço de tempo que precede o período Cambriano e é caracteri zado pelo aparecimento das formas primitivas de vida. Supõe-se que os princi pais processos macroevolutivos tenham ocorrido dentro dos limites de tempo entre o Cambriano e o Pré-cambriano, o que faz deste período a maior e a mais larga lacuna do registro fóssil. Portanto, os estratos geológicos que ligam essas duas eras deveria estar transbordando de evidências fossilizadas que apóiam as afirmações dos gradualistas.
Entretanto, não há absolutamente nenhuma evidência que indique como os cinco mil tipos ge néticos de vida animal e marinha supostamente evoluíram durante essas duas eras. Esta é uma re alidade curiosa que não se encaixa no modelo macroevolucionista dos gradualistas. Na verdade, a pri meira evidência de vida de animais invertebrados aparece num surpreendente e notável repente no período Cambriano. O público em geral teve notícia disso pela primeira vez pelo artigo de capa da revista Time, que dizia:

543 milhões de anos atrás, no início do Cambriano [período], no espaço de tempo de não mais que um milhão de anos, criaturas com dentes, tentácu los, garras e mandíbulas se materializaram com aparições repentinas. Numa eclosão de criatividade nunca antes vista, 3. natureza parece ter esboçado os projetos para praticamente todo o reino animal. Essa explosão de diversida de biológica é designada pelos cientistas como o big-bang da biologia.

Durante décadas, os defensores da teoria da evolução, começando com Charles Darwin, tentaram argumentar que o aparecimento de animais multicelulares durante o [período] Cambriano parecia meramente repenti no, mas na verdade havia sido precedido de um longo período de evolução cujo registro geológico estava perdido. Mas esta explicação y embora remenda da numa teoria magistralmente contrária, agora parece progressivamente insatisfatória. Desde 1987, descobertas de importantes sítios fósseis na Groelândia, China, Sibéria, e agora na Namíbia, mostraram que o período da inovação biológica ocorreu praticamente no mesmo instante do tempo geo lógico em todo o mundo [...]
Foi durante o Cambriano (e talvez somente durante o Cambriano) que a natureza inventou os projetos de corpo animal que definem os amplos gru pos biológicos conhecidos como filos, que abrange tudo de classes e ordens a famílias, gêneros e espécies. Por exemplo, o filo dos cordados inclui ma míferos, aves e peixes. A classe dos mamíferos, por sua vez, abrange a or dem dos primatas, a família dos hominídeos, o gênero Homo e a nossa própria espécie, Homo sapiens.
Os cientistas pensavam que a evolução dos filos havia ocorrido durante um período de 75 milhões de anos, e mesmo assim parecia impossivelmente curto. Então, dois anos atrás, um grupo de pesquisadores liderados por John Grotzinger, Samuel Bowring do MIT e Andrew Knoll [paleontologista na Uni versidade de Harvard] tomou este problema que já se estendia e intensificou sua crise. Em primeiro lugar, esst grupo acertou o relógio geológico, redu zindo o período Cambriano a cerca de metade de sua extensão anterior. Em seguida, os cientistas anunciaram que o intervalo da principal inovação evolutiva não abarcava o total de 30 milhões de anos, mas concentrava-se no primeiro terço. "Rápido", [Stephen Jay] Gould da Universidade de Harvard observa, "agora é muito mais rápido do que pensávamos". [...] Naturalmen te, entender o que tornou possível a explosão Cambriana não trata da ques tão maior do que a fez acontecer tão rapidamente. Aqui os cientistas sutilmente escorregam no que se refere aos dados, sugerindo possibilidades de acontecimen tos com base na intuição em vez de evidências sólidas [...]
A explosão Cambriana fez que os especialistas questionassem se os dois imperativos darwinianos da variação genética e da seleção natural fornecem uma estrutura adequada para entender a evolução. "O que Darwin descreveu em A origem das espécies", observa o paleontólogo Narbonne, da Queens'University, "foi o tipo de evolução de pano de fundo fixo. Mas parece haver também uma espécie de evolução não-darwiniana que funciona em pe ríodos de tempo extremamente curtos — e que está onde toda a ação está".13

Os pesquisadores agora dizem que essa explosão Cambriana levou até menos tempo que se pensava anteriormente e revisaram esse tempo redu zindo-o para-dez milhões de anos. Porém não importa como eles arranjem o modelo, essa eclosão rápida de criação da vida é diametralmente oposta ao gradualismo. Michael Behe, professor adjunto de bioquímica da Lehigh University, diz:

Pesquisas cuidadosas mostram apenas um conhecimento superficial de fós seis de criaturas pluricelulares em rochas com mais de 600 milhões de anos. Todavia, em rochas só um pouco mais jovens se vê uma profusão de animais fossilizados, com uma multidão de projetos de corpo amplamente diferen tes. Recentemente o tempo estimado de duração da ocorrência da explosão foi revisado de 50 milhões para 10 milhões de anos — um piscar de olhos para o tempo geológico. A redução do tempo estimado forçou os escritores de manchetes a andar tateando em busca de novos superlativos. Entre os favoritos está o "big-bang biológico". Gould argumentou que "a velocidade rápida de aparecimento de novas formas de vida exige um novo mecanismo diferente da seleção natural para sua explicação(14)

A previsão macroevolucionista de mudança lenta em períodos muito longos de tempo — o gradualismo — provou-se falsa no que se refere aos primórdios da aparição da vida e de novas formas de vida. Já desde o início, a disciplina da paleontologia não oferece nenhuma evidência observável que a apóie. Se isso é verdadeiro para a maior lacuna, com base em quê deveria qualquer pessoa inte ligente aceitar a alegação de que os fósseis de transição existem em todo o restante dos registros, com exceção de alguns elos perdidos? Vamos examinar também essa afirmação.


Exceto alguns elos perdidos, o registro fóssil não é completo?


Mais uma vez, Charles Darwin admite que "se se pudesse demonstrar que existiu algum organismo complexo que possivelmente não tenha sido formado por inúmeras modificações leves e sucessivas, minha teoria entraria em absolu to colapso".15 Já mostramos que a teoria de Darwin entrou em colapso no nível da biologia molecular. Na verdade, Michael Behe dedicou todo o seu livro, Darwin 's black box [A caixa-preta de Darwin], a esse fim. Sua tese central se concentra no fato de haver muitos órgãos que não foram e não podem ser "formados por inúmeras modificações leves e sucessivas".
Behe explica que alguns sistemas biológicos são irredutivelmente complexos. Isto é, eles não podem ter evoluído como partes independentes para formar um todo integrado — vieram num pacote completo. Uma ratoeira, por exem plo, é irredutivelmente complexa, se qualquer uma de suas partes for removi da, ela não pode funcionar. Behe cita elementos do corpo humano que não poderiam ter evoluído porque são igualmente irredutivelmente complexos: a molécula do dna, a visão, a coagulação do sangue, o transporte celular e mui tos outros.
Na replicação do dna, por exemplo, as proteínas são necessárias para pro cessar a informação na estrutura de dupla hélice. Todavia, a informação paraformar essas proteínas já está armazenada como dados codificados na hélice dupla!16 E isso que que remos dizer quando dizemos que no nível molecular, de acordo com seu próprio critério de falseamento, a teoria de Darwin entrou em "absoluto" colapso. A seguir, va mos aplicar o teste de Darwin para o registro fóssil e as formas de transição.
A concepção macroevolutiva das origens baseada no gradualis mo prevê um grande grupo de fósseis de transição. Estes fósseis existiriam como evidência das transições graduais de formas relativamente simples de vida evoluindo para formas de vida mais complexas durante períodos muito longos de tempo. Por aproximadamente 140 anos (equivalente a 500 milhões de anos geológicos de evidência fóssil) os macroevolucionistas predisseram que seria somente uma questão de tempo para que a evidência paleontológica fosse descoberta e desse apoio a essa teoria. Em vez de discutir como os artistas deveriam imaginar que tipo de carne e músculo pertence a determinado tipo de osso ou fragmentos do crânio,17 precisamos apenas citar os macroevo lucionistas intelectualmente sinceros que admitiram a falta de evidências com respeito aos "elos perdidos".
A verdade do assunto é que o registro fóssil não mostra nenhuma evidência de fosseis de transição e conseqüentemente não descreve com precisão nenhuma grande classe de observações. Todavia, por muitas décadas, os livros-texto de ciência mantiveram em segredo a verdade a respeito dessas principais lacunas e descre veram a macroevolução como uma cadeia de vida com poucos elos perdidos. Por exemplo, conforme a macroevolução, os humanos e os macacos suposta mente têm um ancestral comum. Acredita-se que também compartilhem um ancestral comum com o cavalo. Imaginam-se relações semelhantes de ligação na totalidade dos reinos animal e vegetal. Essas inter-relações se chamam filogenia e são descritas num tipo de fluxograma de associações chamado árvore filogenética(18) Como se mostra aqui, o conceito dessa árvore foi desenvolvido pelos macroevolucionistas para mostrar como o modelo deles explica a diver gência de todas as coisas vivas que provêm de um "ancestral co mum". Os ramos representam as transições que remetem ao ances tral comum, e as novas formas de vida aparecem como as folhas da árvore filogenética.

A maior parte dos livros-tex to de ciência retrata a macroevolução como uma árvore com ramos que revelam várias especiações*. Contudo, a analogia da árvore filogenética é uma distor ção grosseira dos fatos. Só em tempos relativamente recentes os macroevolucionistas enfrentaram a verdade e fizeram confissões públicas como a que se segue, de Stephen Jay Gould:



Última edição por Elohim888 em Qua Ago 19, 2009 12:56 pm, editado 2 vez(es)

Ver perfil do usuário
A raridade extrema de formas transicionais no registro fóssil persiste como a transação secreta da paleontologia. As árvores evolutivas que adornam nossos livros-texto têm dados somente nas pontas e nos nódulos de seus ramos, o restante é inferência, que por mais razoável que seja, não é a evidência dos fósseis.19

Em resumo, não há nenhuma árvore, apenas galhos finos e as folhas sem ramos nem tronco! A falta de evidências paleontológicas que dêem apoio ao gradualismo foi escondida por muitos anos na tentativa de suprimir a verdade e criar um caso em favor da macroevolução baseado no apelo ao público. Essa tática particular foi usada para ganhar o apoio da população não-científica a fim de fazer da macroevolução um modelo de origens amplamente aceito. Para que você não ache que isso é opinião nossa, pense novamente à luz da seguinte citação escrita mais de quarenta anos atrás na introdução do livro de Charles Darwin, Origem das espécies, na reedição de 1956 [em inglês]:

Como sabemos, há uma grande divergência de opinião entre os biólogos, não somente a respeito das causas da evolução, mas até a respeito do processo real. Essa divergência existe porque as evidências são insatisfatórias e não permitem nenhuma conclusão certa. E certo e próprio, portanto, dirigir a atenção do público não-científico para as discordâncias a respeito da evolução. Mas algu mas observações recentes de evolucionistas mostram que eles pensam que isso não é razoável. Esta situação, em que cientistas se reúnem para a defesa de uma doutrina que são incapazes de definir cientificamente, muito menos de demonstrar com rigor científico, tentando manter seu crédito com o público pela supressão da crítica e eliminação das dificuldades, é anormal e indesejável em ciência?20

A maioria dos macroevolucionistas ignorou essa admoestação e, ao contrá rio, tentou estabelecer a própria posição, induzindo o público em erro e ape lando para o sentimento popular e opiniões, em vez de apelar para a ciência operacional e as evidências observáveis. A verdade, porém, é que os dados evi dentes e as leis da ciência não dão suporte a um mecanismo digno de confiança para a macroevolução gradualista.
Não há nenhuma árvore filogenética, mas os gradualistas desculpam-se por essa pretensão empírica pondo a responsabilidade dela no registro fóssil. Gould cita Darwin nesse assunto e assinala que Darwin chamou o registro geológico de "extremamente imperfeito". Ele também conta que Darwin afirmava que esse fato explica por que os fósseis intermediários não existem.21 Gould diz que "o argumento de Darwin ainda persiste como a fuga favorita da maioria dos paleontólogos do em baraço de um registro que parece mostrar tão pouco da evolução di retamente" ?22 Richard Dawkins acrescenta que "algumas lacunas importantes realmente se devem a imperfeições no registro fóssil. As lacunas muito grandes, tam bém".23

Darwin e Dawkins estão cor retos? O fato de o registro fóssil não dar base para as previsões do gradualismo pode ser atribuído à idéia de que o registro é imperfeito? Gould pensa que essa desculpa é difícil de imaginar:



Última edição por Elohim888 em Qua Ago 19, 2009 12:56 pm, editado 1 vez(es)

Ver perfil do usuário
Todos os paleontólogos sabem que o registro fóssil contém pouca quantida de preciosa no caminho das formas intermediárias. As transições entre os grupos principais são caracteristicamente abruptas. Os gradualistas normal mente escapam desse dilema invocando a extrema imperfeição do registro fóssil [...] Embora eu rejeite esse argumento, admitamos esse escape tradi cional e façamos uma pergunta diferente. Mesmo que não tenhamos evidên cia direta de transições claras, podemos inventar uma seqüência razoável de formas intermediárias — a saber, organismos viáveis em funcionamento — entre os ancestrais e os descendentes nas transições estruturais principais? Qual a utilidade possível dos estágios incipientes imperfeitos das estruturas úteis? Que vantagem há numa meia-mandíbula ou numa meia-asa? O con ceito de pré-adaptação fornece uma resposta convencional que nos permite argumentar que os estágios incipientes desempenharam funções diferentes. Uma meia-mandíbula funcionou perfeitamente bem como uma série de os sos que sustentam as guelras. Uma meia-asa pode ter sustentado a presa ou controlado a temperatura do corpo. Considero a pré-adaptação importante, um conceito indispensável até. Mas uma história plausível não é necessaria mente verdadeira. Não duvido de que a pré-adaptação possa salvar o gradualis mo em alguns casos, mas ela nos permite inventar uma história de continuidade na maioria dos casos ou em todos eles? Embora possa ser somente o reflexo de minha falta de imaginação, reconheço que a resposta é não.25

Não é verdade que o registro fóssil é completo exceto por alguns elos perdi dos. A árvore filogenética não é nada mais que galhos filhos (microevolução) e folhas. A verdade é que não há nenhum elo perdido, mas, sim, uma corrente perdida, representativa de lacunas enormes no registro. Por exemplo, se tivésse mos um elo na cidade de Nova York, um em Londres e outro em Berlim, seria correto dizer que se tem elos perdidos de uma corrente? Não. Seria mais corre to dizer que temos apenas alguns elos e estamos imaginando que há uma cor rente. Conseqüentemente, concluímos que o gradualismo não é apoiado por nenhum mecanismo conhecido na ciência operacional, nem há nenhuma evidência de observação aceitável disponível para apoiá-lo com base na paleontologia.
Essa notável ausência de formas intermediárias exigidas para verificação do modelo macroevolutivo é uma responsabilidade séria que não pode ser ignora da. O próprio Charles Darwin escreveu: "Por que, então, toda formação geoló gica e toda camada não é cheia de elos intermediários? A geologia seguramente não revela nenhuma corrente orgânica tão finamente graduada. Essa talvez seja a objeção mais óbvia e mais grave que se pode fazer contra minha teoria\26 Con cordamos.
Qual a situação dos macroevolucionistas diante disso? Admitem que sua teoria foi falsificada e vão desistir dela? Não. Em vez disso, continuam a fazer o que sempre fizeram: "escorregam sutilmente, propondo situações imaginárias baseadas na intuição em vez de evidências sólidas".27 Uma dessas situações imaginárias chama-se equilíbriospontuados. Vamos analisar em seguida sua va lidade.


O MODELO DE EQUILÍBRIOS PONTUADOS É VALIDO?


No que certamente parece ser um esforço desesperado para salvar uma teoria moribunda, os macroevolucionistas recorreram a inventar uma visão notável de "dados escassos" do seu modelo. Os principais advogados dessa nova hipótese são Stephen Jay Gould, Niles Eldredge e Steven Stanley (paleontólogo da John Hopkins University). Esses homens se referiram a sua nova hipótese como equilíbrios pontuados. Os equilíbrios pontuados não são um mecanismo científico recentemente descoberto, são meramente uma tentativa de manter vivo o mo delo macroevolutivo reafirmando os fatos. De acordo com Stephen Jay Gould:

Os paleontólogos pagaram um preço exorbitante pelo argumento de Darwin. Imaginávamo-nos como os únicos e verdadeiros estudantes da história da vida. Todavia, para preservar o nosso relato favorito da evolução pela seleção natural, vemos nossos dados como tão ruins que quase nunca enxergamos o próprio processo que professamos estudar [...] A história da maioria das espécies fósseis inclui dois aspectos particularmente incoerentes com o gra dualismo:
1. Estase. A maioria das espécies não exibe nenhuma mudança direcional durante o período delas na terra. Mostram-se no registro fóssil muito pare cidas com o que eram quando desapareceram; a alteração morfológica é geralmente limitada e sem direção.
2. Aparecimento repentino. Em qualquer área local, uma espécie não apa rece gradualmente por transformação constante de seus ancestrais, aparece de uma vez e "formada plenamente" [...]
Eldredge e eu nos referimos a esse esquema como o modelo dos equilíbrios pontuados. As linhagens mudam pouco durante a maior parte da história delas, mas eventos de especiação rápida eventualmente pontuam essa tranqüilidade. A evolução é a sobrevivência diferencial e a disposição dessas pontuações. (Descrevendo a especiação de periféricos isolados como muito rápida, falo como geólogo. Um processo pode levar centenas, até milhares de anos. Pode não se ver nada durante toda uma vida humana se se detiver na observação da especiação de abelhas de uma árvore. Mas mil anos é uma fração muito pe quena de um por cento da duração média da maioria dos fósseis de espécies invertebradas — 5 a 10 milhões de anos. Os geólogos raramente conseguem pensar num intervalo tão curto. Tendemos a tratá-lo como um momento.)28

Dentro da estrutura do macroevolucionismo, os equilíbrios pontuados e o gradualismo estão em posições diametralmente opostas com respeito aos limi tes de tempo de transição. O gradualismo exige um organismo para mudar num ritmo muito lento pelo processo de seleção natural e de mutações microevolutivas casuais no nível
genético, que gradualmente conduzem ao surgimento de uma nova forma de vida. A concep ção pontualista mais recente, contudo, exige que as formas de vida permaneçam dentro de seus próprios limites genéticos por períodos muito longos de tem po (estase), até que a pressão am­biental as force à "eclosão" (pontuações repentinas) de no Ancestral comum novas formas de vida. Como se ob servou na ilustração acima, no esforço de remendar os buracos da árvore filogenética da macroevolução, as grandes lacunas do registro fóssil foram co bertas por símbolos de explosão, indicativas de "eclosões pontuadas" de novos tipos genéticos.
Essas "especiações rápidas" são "saltos quânticos" da macroevolução, que ocorrem num momento geológico em que a entidade viva se transforma imedi atamente numa nova forma de vida. Cremos que essa visão é pontuada, não com raciocínio científico nem evidências observáveis, mas com tentativas in certas de explicar, sem justificar, as grandes lacunas tão óbvias do registro fóssil. Repetimos, é um mero rearranjo dos fatos para resguardar uma teoria constru ída sobre suposições filosóficas e científicas injustificadas da visão naturalista do universo. Antes de enxergar a concepção pontualista da macroevolução de uma perspectiva puramente científica, deixemos claro que o gradualismo e os equilíbrios pontuados são conceitos filosóficos e não são baseados em leis científicas nem em evidências observáveis. Na verdade, Gould admite que isso é verdade:

Se o gradualismo é mais um produto do pensamento ocidental que um fato da natureza, então devemos considerar filosofias alternativas de mudança para aumentar nossa esfera de preconceitos constrangedores. Na Rússia, por exem plo, os cientistas são treinados com uma filosofia de mudança muito dife rente: as chamadas leis dialéticas, reformuladas por [Friedrich] Engels da filosofia de [G. W. E] Hegel. As leis dialéticas são explicitamente pontualistas. Falam, por exemplo, da "transformação da quantidade em qualidade". Isso pode soar como palavras sem sentido, mas dá a entender que a mudança ocorre em grandes saltos seguindo um acúmulo lento de pressões que um sistema resiste até que alcance um ponto de colapso [...] Eu não confirmo enfaticamente a "verdade" geral desta filosofia de mudança pontual [...] Faço um simples apelo para que haja pluralismo nas filosofias norteadoras.30



Última edição por Elohim888 em Qua Ago 19, 2009 12:56 pm, editado 2 vez(es)

Ver perfil do usuário
Pluralismo científico? Em outras palavras, uma vez que não há evidências cien tíficas que apóiem tanto o gradualismo quanto os equilíbrios pontuados, Gould gostaria que fôssemos mais abertos no que diz respeito à ciência e aceitássemos todas as idéias de como a macroevolução ocorreu. Se preferirmos ser gradualistas, precisamos ser mais abertos ao ponto de vista do pontualismo quando o gradualis­mo não pode explicar os fatos. Se tendermos para a descrição pontualista, não precisamos ser tão duros com os gradualistas. Isto é, não deixe os nossos preconcei tos filosóficos minarem o modelo macroevolucionista das origens.
O que realmente está-se pedindo de nós é que sejamos mente abertas (pluralistas) somente dentro das possibilidades do naturalismo. Conseqüente mente, pede-se que acreditemos que a macroevolução é a única explicação dis ponível para justificar a origem da vida e das novas formas de vida. Pede-se também que sejamos abertos com relação às duas graves falhas científicas do modelo macroevolutivo em geral: 1) Não há nenhum mecanismo científico para explicar a mudança genética ilimitada; e 2) não há evidências observáveis (fatos) para apoiar suas reivindicações. Concordamos com a avaliação anterior que Gould fez do gradualismo como "uma história plausível [que] não é neces sariamente verdadeira".31 Não somente achamos que sua afirmação se aplica ao gradualismo, mas também à posição pontualista.

Portanto, rejeitamos a posição pontualista, juntamente com o "pluralismo científico" de Gould, com bases puramente científicas e concordamos com a crítica científica dos equilíbrios pontuados feita por Michael Denton. Ele diz que mesmo que se aceitar a posição pontualista como uma explicação possível das lacunas entre as formas de vida, também será necessário explicar as lacunas sistemáticas maiores. Denton resume quais são talvez as armadilhas essenciais da posição pontualista:

As lacunas que separam as espécies cão/raposa, rato/camundongo etc. são totalmente triviais comparadas com, digamos, as que estão entre os mamífe ros terrestres primitivos e uma baleia ou um réptil terrestre primitivo e um ictiossauro. Mesmo essas descontinuidades relativamente maiores são trivi ais comparadas com as que dividem os filos maiores como, por exemplo, os moluscos e os artrópodes [...] Certamente essas transições devem ter envol vido longas linhagens incluindo muitas linhas colaterais de centenas e, pro vavelmente, de milhares de espécies de transição. Sugerir que centenas, milhares ou possivelmente milhões de espécies de transição que devem ter existido no intervalo entre tipos imensamente dessemelhantes foram todas espécies sem nenhum resultado que ocupavam áreas isoladas e tinham po pulação muito pequena é beirar os limites do inacreditável! [...]
Qualquer que seja a posição que se queira tomar das evidências da paleontologia, elas não fornecem bases convincentes para crer que o fenô meno da vida se conforma a um padrão contínuo. As lacunas não foram explicadas. É possível aludir a um número de espécies e grupos tais como o Archeopteryx, ou o peixe ripidistiano, que parecem, em algum grau, interme diários. Mas mesmo se esses fossem intermediários em algum grau, não há evidência de que sejam mais intermediários que grupos como os peixes dipnóicos vivos ou os monotrêmatos, que são não apenas muito isolados de seus primos mais próximos, mas também têm sistemas de órgãos individu ais que não são de forma alguma estritamente transicionais. Como evidência da existência de elos naturais entre as grandes divisões da natureza, eles conven cem somente quem já está convencido da realidade da evolução orgânica?32

Da mesma forma que o gradualismo, o equilíbrio pontuado não é nada além de especulação. Como já se mencionou, essa variante não tem o suporte da ciência operacional e viola a lei da uniformidade e não oferece nenhum mecanismo científico nem dados empíricos que dêem sustentação a suas rei vindicações. Além disso, Gould observa que as novas formas de vida surgem num momento geológico, o que apenas multiplica os obstáculos genéticos as sociados a macroevolução e a necessidade de um mecanismo até mais eficiente para produzir a inovação biológica. Por essas razões, devemos rejeitar o equilíbrio pontuado como explicação válida do aparecimento da vida e das novas formas de vida. A rejeição de ambas as variantes do macroevolucionismo — gradualismo e equilíbrio pontuado — como modelos válidos para explicar a origem de novas formas de vida automaticamente desqualifica também a macroevolução teísta. Como acontece com a visão pontualista, a macroevolução teísta convence somente quem já está predisposto a crer nela. Entretanto, nos ateremos aos problemas associados com a evolução teísta no próximo capítulo, quando examinarmos o modelo de projeto das origens.
Concluímos esta análise com comentários do dr. Colin Patterson, autor do livro Evolutiony macroevolucionista toda a vida. Em 1981 ele fez uma série de palestras para alguns dos macroevolucionistas mais importantes dos Estados Unidos. Naquele tempo o dr. Patterson era o paleontólogo titular do Museu Britânico de História Natural, em Londres, e editor do periódico científico daquela instituição. As citações seguintes são extraídas de uma transcrição de sua palestra proferida no Museu Americano de História Natural, na cidade de Nova York, em 5 de novembro de 1981.

Uma das razões pela qual comecei a assumir uma posição anti-evolucionismo, ou chamemo-la posição não-evolucionista, foi que no ano passado tive uma percepção repentina de que por mais de vinte anos eu pensara que de algum modo estava trabalhando com a evolução. Certa manhã levantei-me e algo havia acontecido durante a noite que me deixou perplexo: eu havia trabalha do nesse assunto por vinte anos e não havia nada que soubesse dele. É um choque perceber que alguém possa estar tão enganado por tanto tempo [...] Nestas últimas semanas tenho tentado colocar uma simples questão para várias pessoas e grupos.
A pergunta é: Você pode me dizer alguma coisa que saiba sobre a evolu ção, qualquer coisa, qualquer coisa que seja verdadeira? Testei a pergunta no pessoal de geologia do Field Museum de História Natural e a única resposta que obtive foi o silêncio. Testei com os membros do Seminário de Morfologia Evolutiva da Universidade de Chicago, uma organização muito prestigiosa dos evolucionistas, e tudo o que obtive foi um longo tempo de silêncio e, finalmente, alguém disse: "Eu só sei de uma coisa: ela não deveria ser ensi nada nas escolas" [...] O nível de conhecimento a respeito da evolução é notavelmente raso. Sabemos que não deve ser ensinada na escola e isso é tudo que sabemos dela [...] Por isso acho que muitas pessoas nesta sala reconhecem que durante os últimos anos se tivéssemos pensado a respeito dela, teríamos experimentado uma mudança da evolução como conhecimento para a evolução como fé. Sei que isso é verdade a meu respeito e creio que também é para muitas pessoas boas como vocês aqui.33

Patterson não está sozinho na declaração de que a macroevolução está empobrecida com relação ao conhecimento científico. Quando Michael Behe fez sua pesquisa para o livro Darwin 's black box, decidiu verificar o número de artigos que apareciam numa publicação especial intitulada Journal ofMolecular Evolution [Revista de evolução molecular] (jme). Este periódico foi fundado em 1971 para acomodar o número crescente de trabalhos de pesquisa dedicados à evolução molecular. Behe observou que o JME é dirigido por "figuras preemi-nentes" na área, entre elas cerca de uma dezena de membros da Academia Nacional de Ciências. Depois de ter feito uma pesquisa em dez anos de artigos, Behe chegou à seguinte conclusão:

A evolução molecular não tem base em autoridade científica. Não há nenhu ma publicação na literatura científica — seja em periódicos prestigiosos, pe riódicos especializados, ou livros — que descreva como a evolução molecular de qualquer sistema bioquímico real e complexo tenha ocorrido ou mesmo possa ter ocorrido. Há afirmações de que tal evolução ocorreu, mas absoluta mente nenhuma delas tem o suporte de experimentos ou cálculos pertinentes [...] "Publique ou pereça" é um provérbio que os acadêmicos levam a sério. Se você não publica o seu trabalho para o restante da comunidade avaliar, não terá vez na academia (e se você ainda não tem estabilidade, será banido). Mas o ditado pode ser aplicado às teorias também. Se uma teoria reivindica ser capaz de explicar algum fenômeno, mas não gera nem mesmo uma tentativa de explicação, então ela deve ser banida. A despeito de comparar seqüências e modelos matemáticos, a evolução molecular nunca se ateve à questão de como as estruturas complexas vieram a existir. Na verdade, a teoria da evolução molecular darwiniana não tem publicado e por isso deve perecer.34

A pesquisa teórica que tenta explicar a visão macroevolutiva da vida é, como um autor observa, uma ciência "livre dos fatos".35 Quanto mais os pesquisado res aprendem, mais perplexos ficam ao tentar encaixar suas descobertas no modelo macroevolutivo. Portanto, concluímos que o modelo das origens da macroevolução não é válido e voltamos a nossa atenção para a única alternativa: o modelo de projeto. Consideramos o modelo de projeto o modelo das origens mais razoável porque é o mais coerente com respeito à filosofia (causalidade e uniformidade), à ciência operacional (observação e repetição) e à paleontologia (dados empíricos/fatos).



Última edição por Elohim888 em Qua Ago 19, 2009 12:55 pm, editado 1 vez(es)

Ver perfil do usuário
O CARÁTER CIENTÍFICO DA DOUTRINA DA EVOLUÇÃO

É incorreto acusar de serem “não científicos” aqueles que acreditam que a criação explica estes fatos científicos. Da mesma maneira poder-se-ia dizer que são “não científicos” aqueles que aceitam fatos científicos mas que também acreditam na evolução, a qual por sua vez, não é um fato científico. O evolucionismo compreende tanto a explicação de certos fenômenos (processos repetitivos), como a descrição de processos históricos (não repetitivos, mas documentados). Ambos esses elementos podem ser aceitos como “fatos” somente se os “processos repetitivos” postulados tiverem sido observados ou reproduzidos experimentalmente e somente se os acontecimentos supostamente históricos tiverem sido suficientemente documentados. De ambas as maneiras os evolucionistas têm falhado completamente, enquanto os criacionistas acham confirmação dos seus pontos de vista em muitos campos científicos

Ver perfil do usuário

9 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Qui Ago 13, 2009 10:02 pm

http://www.jornaldaciencia.org.br/imprimir.jsp?id=27948

A Sociedade Brasileira de Genética (JC e-mail 2761, de 5/5/2005), em texto aprovado pela sua diretoria, manifestou-se contrária não somente ao criacionismo, mas ao que denominou de ?movimentos anticiência?(leia-se Movimento do Design Inteligente [MDI]).

São justamente os ?fantásticos avanços científicos... nas áreas da genética e biologia molecular? e de outras áreas científicas que convenceram o MDI ser o neodarwinismo uma teoria em profunda crise epistêmica para explicar a origem e a evolução da vida.

Destacar, como nós destacamos, o que é discutido intramuros e nas publicações especializadas, não é atitude ?anticiência? mas ciência qua ciência.

Ao contrário do afirmado, nós não rejeitamos ?todo o conhecimento científico obtido em um século e meio de estudos sobre a evolução orgânica?. Rejeitamos sim, as teses que não se sustentam pelas evidências.

A SBG não desconhece, mas evita comentar que os biólogos nunca observaram ou sequer propuseram em termos teóricos aceitáveis um caminho macroevolutivo continuamente funcional que conduzisse a novas formas fundamentalmente anatômicas (o sistema de ecolocalização do morcego, o olho, uma asa, uma nova espécie transmutacionada, etc.).

Apelar para ?teólogos ilustres? avalizarem ?que não há qualquer incompatibilidade entre os princípios evolucionários e os religiosos' é um argumento pífio e infeliz que não cabe mais em ciência -- o argumento 'ad baculum' -- que será prontamente rejeitado e denunciado pelos fiéis das tradições religiosas mais versados em ciência.

As mutações e a seleção natural seriam mesmo capazes de explicar toda a complexidade e diversidade vistas na esfera biológica? As mutações podem ser classificadas em duas categorias principais: mutações para genes estruturais e para genes de desenvolvimento.

Os genes estruturais codificam uma proteína para realizar a manutenção, o metabolismo, o apoio ou uma função especializada na célula. Já os genes de desenvolvimento influenciam tarefas específicas no desenvolvimento embriológico e, portanto, podem mudar a morfologia ou a aparência de um organismo.

Contudo, a maioria das pesquisas tem focalizado nas mutações dos genes estruturais. Para verificar mudanças de larga escala é necessário explorar as mutações nos genes de desenvolvimento.

Scott Gilbert afirma: ?Para estudar as grandes mudanças na evolução, os biólogos precisariam procurar mudanças nos genes reguladores que fazem o embrião, não somente nos genes estruturais que fornecem a aptidão dentro das populações.? [1]

O que tem sido basicamente assumido é que todos os processos bem documentados de microevolução (pequenas mudanças ou variações dentro de uma espécie) eventualmente produzem mudanças macroevolutivas desde que seja dado tempo suficiente.

Esta idéia está passando por minucioso escrutínio dos cientistas. Parece haver uma discontinuidade verdadeira entre a microevolução e o tipo de mudança necessária para transformar uma ameba em peixe, mesmo que isso ocorra em mais de centenas de milhões de anos.

Consideremos objetivamente as seguintes preocupações de renomados especialistas:

?Um dos mais antigos problemas em biologia evolutiva permanece em grande parte não resolvido... historicamente, os sintetizadores neodarwinistas enfatizaram a predominância das micromutações na evolução, enquanto que outros destacaram as semelhanças entre algumas mutações dramáticas e as transições evolutivas para demonstrarem o macromutacionismo.? [2]

?Uma questão existente há muito tempo na biologia evolutiva é se os processos observáveis em populações e espécies existentes (microevolução) são suficientes para explicarem as mudanças de grande escala evidentes durante longos período de história da vida (macroevolução).? [3]

?Um debate persistente em biologia evolutiva é um sobre a continuidade da microevolução e da macroevolução ? se as direções macroevolucionárias são governadas pelos princípios da microevolução.? [4]

Nenhum desses autores questionam diretamente o 'fato' da evolução. São todos evolucionistas, mas estão questionando se o que temos estudado todos esses anos -- a microevolução -- tem alguma coisa a ver com a questão mais importante: o que leva à macroevolução. Se a microevolução não é o processo, então o que é?

O problema da macroevolução (exige grande quantidade de informação genética nova) que ela requer mutações de desenvolvimento. Simplesmente mudar uma proteína aqui e outra acolá não resolve a questão.

De algum modo é necessário mudar como que o organismo é construído. Os genes estruturais tendem a ter pouco efeito no desenvolvimento de um plano corporal.

Os genes que controlam o desenvolvimento e finalmente influenciam o plano corporal tendem a encontrar a sua expressão bem cedo no desenvolvimento.

Isso é um problema sério porque o embrião em desenvolvimento é muito sensível às primeiras mutações de desenvolvimento.

Wallace Arthur escreveu: ?Esses genes que controlam os processos iniciais de desenvolvimento importantes estão envolvidos no estabelecimento do plano básico corporal. As mutações nesses genes geralmente são extremamente desvantajosas e, é concebível, que elas sempre sejam assim.? [5]

Essas são as mutações necessárias para alterar planos corporais. Contudo, por décadas nós estamos estudando as mutações erradas. Pesquisadores lidando apenas com os genes estruturais (microevolução) lidam somente com a questão de como que os organismos sobrevivem do jeito que são (sobrevivência do mais apto), mas não nos diz como que vieram a ser do jeito que são (a origem do mais apto).

Optiz e Raft salientaram que: ?A Síntese Moderna é uma realização extraordinária. Contudo, começando nos anos 1970, muitos biólogos começaram a questionar a sua adequação na explicação da evolução... A microevolução considera as adaptações que dizem respeito somente à sobrevivência do mais apto, e não à chegada do mais apto.? [6]

Na mesma linha Wallace Arthur destacam: ?Numa abordagem explícita de desenvolvimento [embrionário] é claro que muitas mudanças tardias não podem se acumular para darem origem à uma antiga. Assim, se organismos taxonomicamente distantes diferem já no início de sua embriogênese, como freqüentemente é o caso, as mutações envolvidas na sua divergência evolutiva não envolveram os mesmo genes como aquelas envolvidas num evento típico de especiação.? [7]

Para resumir o dilema atual, a mudança morfológica significativa exige mutações de desenvolvimento iniciais. Mas essas mutações são quase que universalmente desvantajosas.

A microevolução, apesar de sua presença em livros-texto como prova ortodoxa do ?fato? da evolução, na verdade nos diz muito pouco sobre o processo evolutivo.

Se essas mutações de desenvolvimento que podem oferecer um benefício actual são tão raras, então a macroevolução deveria ser esperada como um imenso processo lento e difícil.

A taxa de mutação, definitivamente, é um grande problema. Susumo Ohno destaca que ?ainda leva 10 milhões de anos para que ocorra 1% de mudança nas seqüências de bases de DNA... [A] emergência de quase todos os filos existentes do Reino Animalia dentro do espaço de tempo de 6-10 milhões de anos não pode ser explicada possivelmente pela divergência mutacional das funções individuais de gene.? [8]

A surpreendente explosão de planos corporais no início do Cambriano e a falta de novos planos corporais significantes desde o Cambriano indicam: há um limite para mudanças.

O biólogo de desenvolvimento Rudolf Raff, evolucionista, disse à revista ?Time? há mais de dez anos: ?Deve haver limites à mudança. Afinal de contas, nós já temos estes mesmo planos corporais antigos há 500 milhões de anos.? [9]. Talvez esses limites de mudanças sejam mais comuns e geneticamente determinados do que nós suspeitamos.

O manifesto da ?Sociedade Brasileira de Genética?, longe de clarear ?o que já está efetivamente iluminado pela pesquisa científica?, deixou de considerar a seriedade destas e de outras dificuldades amplamente discutidas na literatura especializada atual que demonstram: A TGE é uma teoria em crise.

O MDI não faz parte de 'movimentos anticiência'. Nós entendemos que a ciência não se faz mediante 'manifestos', mas com o lidar objetivamente das evidência. Aonde elas forem dar.



Última edição por Elohim888 em Qua Ago 19, 2009 12:55 pm, editado 2 vez(es)

Ver perfil do usuário

10 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Qui Ago 13, 2009 10:04 pm

Evolução - uma teoria em crise

O livro de 1986 de Michael Denton, Evolution: A Theory in Crisis (Evolução: Uma teoria em crise), é uma crítica secular do darwinismo ortodoxo. É reflexiva, lógica, empírica e bem escrita. Denton é respeitoso e equilibrado, mostrando um raro conhecimento de e simpatia a Charles Darwin. Distingue entre microevolução e macroevolução. O primeiro tem lugar dentro dos genótipos. Os tentilhões dos Galápagos estudados por Darwin ilustram a microevolução, o mesmo que o suplantamento circunpolar entre espécies de gaviotas, e as muitas variedades de moscas da fruta nas ilhas Havaí. No entanto, a criação seletiva das galinhas, pavões, gado, cavalos, cães, gatos e muitos outros animais domésticos dão resultados similares em menos tempo.

A macroevolução, o segundo conceito, é o que deveria ter ocorrido se a evolução tivesse chegado a primeira célula, ou saltasse através dos genótipos, digamos, que de um réptil a uma ave. Enquanto e microevolução é evidente na distribuição geográfica de muitas espécies vivas (2) e na criação seletiva, ele sustenta só a teoria especial de Darwin, a da variação dentro dos genótipos. Mas a teoria geral, a mudança através dos tipos (ou macroevolução) exige a mudança a outro em vez de um movimiento lateral.

Para a macroevolução, o problema é como puderam surgir formas de vida viáveis totalmente desenvolvidas por acaso. Denton cita a Monod, que disse: "O puro acaso está na origem de cada inovação, de toda criação na biosfera. O puro acaso, absolutamente livre, mas cego" (3). Supõe-se que o acaso deu origem ao primeiro organismo - talvez uma bactéria, uma alga ou protozoário. Posteriormente, segundo propõe a teoria, a mudança se desenvolveu em complexos invertebrados e plnatas, seguidos pelos peixes, anfíbios, répteis, aves e, por último, os mamíferos.

Segundo Denton, a prova de uma seqüência assim exige ao menos um dos dois tipos de evidência: ou uma cadeia ininterrupta de fósseis de transição, de intermediários sobreviventes ou reconstruções plausíveis de tais séries juntos com seus respectivos nichos ecológicos. A dificuldade está em mostrar como cada elo da cadeia poderia ser viável no tempo suficiente para que pudesse estabeler-se a segunda. Só através do estabelecimento de séries completas de transição pode tornar plausível a hipotetizada continuidade da hierarquia - desde já, a prova empírica é uma exigência muito mais difícil de suprir. Aqui, o que se trata é de mera plausibilidade. Se estas transições jamais ocorreram, deveria existir formas intermediárias nos fósseis e nos organismos vivos. Os limites claramente marcados deveriam ser mais exceção do que a regra.

Ainda que Darwin esperasse que chegariam a aparecer transições fósseis, não foi assim. Só apareciam casos triviais de microevolução, dificilmente rivalizando com a criação seletiva. E não foi possível nenhuma medição precisa da distância entre as classes existentes mesmo já passados mais de cem anos.

Vejamos o Celacanto. Na base da evidência fóssil, os evolucionistas criam que se tratava de um intermediário entre os peixes e os anfíbios. As reconstruções mostravam o Celacanto com características anfíbias e ictíneas. Posteriormente se descobriram Celacantos vivos no Oceano Índico perto da cidade do Cabo, África do Sul. Eram peixes. As reconstruções haviam sido erradas. O que demonsra que os fósseis constituem uma pobre base para inferências detalhadas sobre os elos propostos entre as classes.

No entanto, Denton observa que os avanços na microbiologia possibilitam chegar a um novo tipo de evidência. Agora é possível comparar diretamente os blocos básicos de construção - as proteínas - dos seres vivos. Denton observa que as proteínas determinam "toda a biologia de um organismo, todas suas características anatômicas, suas funções fisiológicas e metabólicas...." (4) É difícil crer que a estrutura proteínica e a evolução puderam carecer de relação. Denton escreve:

A sequência aminoácida de uma proteína de dois organismos diferentes pode ser facilmente comparada alinhando as duas seqüências e contando a quantidade de posições em que difierem as cadeias.(5)

E estas diferenças

podem ser quantificadas de uma maneira exata e provem um enfoque inteiramente novo para a medição das diferenças entre espécies. ...
Ao prosseguir o trabalho neste campo, se tornou claro que cada proteína particular tinha uma seqüência ligeiramente diferente nas espécies diferentes e que espécies estreitamente relacionadas tinham seqüências estreitamente relacionadas. Quando se comparam as seqüências de hemoglobina de mamíferos diferentes, como o homem e o cão, a divergência sequencial era ao redor de vinte por cento, enquanto que ao comparar-se a hemoglobina de dois espécies dissimilares como o homem e a carpa, se encontrou que a divergência seqüencial era ao redor de cinqüenta por cento.(6)

Estas comparações possibilitam a comprovação de hipóteses sugeridas pela ortodoxia neodarwinista. Por exemplo, suponhamos que as bactérias tenham estado presentes por muito mais tempo que as espécies multicelulares, p.e., os mamíferos. Suponhamos que as bactérias estejam mais estreitamente relacionadas com as plantas que com os peixes, anfibios e mamíferos, nesta ordem. Se é assim, deveríamos ver evidência destes fatos nas seqüências de aminoácidos das proteínas comuns. Por exemplo, todos os grupos mencionados empregam citocromo C, uma proteína empregada na produção de energia. As diferenças nesta proteína deveriam concordar com uma seqüência evolutiva. No entanto, a comparação do citocromo C bacteriano as proteínas correspondentes no cavalo, atum, bicho da seda, trigo e levedura mostram que estas últimas são todas eqüidistantes do da bactéria. A diferença entre a bactéria e a levadura não é menor que entre a bactéria e o mamífero, ou entre quaisquer das outras classes.

Tampouco muda a coisa se escolhemos outras classes ou proteínas diferentes. As classes tradicionais de organismos são identificáveis através da hierarquia tipológica e as distâncias relativas entre as mesmas resultam similares, com independência das hipotéticas seqüências evolutivas. Por exemplo, Denton observa que os anfíbios não se encontram entre os peixes e os vertebrados terrestres. Ao contrário da teoria ortodoxa, os anfibios estão a mesma distância dos peixes que os répteis e os mamíferos.(7)

Em todas as comparações, as hipóteses do evolucionismo geral resultam falsas. Escreve Denton:

A descoberta realmente significativa que vem à luz ao comparar as seqüências aminoácidas das proteínas é que é impossível dispô-las em nenhuma classe de série evolutiva.(Cool

O resultado disto é

que todo o conceito de evolução se derruba (9) [devido a que] a pauta de diversidade ao nível molecular se conforma a um sistema hierárquico sumamente ordenado. Cada classe é, ao nível molecular, singular, isolada e carente de relação mediante intermediários.(10)

Além disso, os ajustes acidentais do desenho que exige o evolucionismo geral são desastres lógicos. As mutações aleatórias devidas a radiação, a erros de cópia ou outras fontes propostas, raramente resultam em ajustes viáveis de design e nunca em designs perfeios mais avançados.

A evidência a favor de uma evolução geral está totalmente ausente e as predições em base da teoria resultam falsas. Darwin confessou que

O sinal das formas específicas e o fato de que não estejam amalgamadas entre si mediante inumeráveis formas de transição é uma dificuldade muito evidente.(11)

Contudo, ele insiste em uma mudança gradual devido a seleção natural que, ao seu entender, não pode produzir modificações grandes ou repentinas; só pode atuar mediante passos curtos e lentos.(12)

Mais de um século depois, o registro fóssil segue sem ajustar-se a ortodoxia darwinista. Ironicamente, foi ao admitir este "segredo profissional da paleontologia" (13) que o professor Stephen Jay Gould, de Harvard, adquiriu fama e glória. A partir de Darwin, os investigadores chegavam a abismos intransponíveis por todas partes da hierarquia biológica. No entanto, pretendiam que estes abismos não existiam. Isto preparou a cena para a teoria dos saltos de Gould - idéia esta que Darwin havia negado de modo expresso.

A idéia de Gould é semelhante às fantasias de Fred Hoyle (14) e de Francis Crick (15) sobre as civilizações extraterrestres. Enquanto Gould, junto com seu colega Niles Eldredge, propõe milagrosos saltos repentinos no progresso evolutivo,(16) Hoyle e Crick propõe a panspermia - sementes de vida procedentes de alguma civilização extraterrestre. Todas estas teorias servem só para se desviar do problema. Denton as nega, e conclui que um design perfeito implica uma suprema inteligência. Mas, ao contrário de Gould, Eldredge, Hoyle e Crick, não alcança sua própria proposta a partir de uma imaginação desbocada, mas por uma implacável aplicação da lógica.

Ele observa que o problema do desígnio e sua solução encontram uma analogia quase perfeita na dificultade de gerar textos em um idioma determinado. Enquanto que a quantidade de textos possíveis é grande, a quantidade de cadeias de letras carentes de sentido e muito maior nas ordens de infinitude. É tirar muito por baixo dizer que a probabilidade de gerar por acaso inclui um texto gramatical de só uns poucos centos de palavras é desprezivelmente pequena. Qualquer cadeia de linguagem com sentido implica inteligência.

Da mesma maneira, as seqüências viáveis do material da vida estão em uma proporção infinitesimal frente a todas as possíveis seqüências. A questão é como poderia surgir por acidente uma seqüência viável. Denton considera as probabilidades. Cita a Hoyle e Wickramasinghe, que estimam que a probabilidade de que uma só célula vivente surgisse espontaneamente a existência em 1 entre 1040.000 chances - "uma probabilidade impossivelmente pequena...mesmo se todo o Universo consistisse de sopa orgânica".(17) Referindo-se logo a "elegância e gênio de uma qualidade absolutamente trascendente, que de tal maneira milita contra a idéia do acaso..." ele pregunta:

"É verdadeiramente crível que uns processos do acaso tenham podido construir uma realidade, cujo mais mínimo elemento da mesma - uma proteína ou gene funcional - é complexa até mais além...de qualquer coisa produzida pela inteligência do homem?"(18)

Ao final, sugere Denton, os defensores da ortodoxia evolucionista são como a rainha Vermelha de Alice no País das Maravilhas. Quando Alice protestou que de nada servia crer en coisas impossíveis, a rainha lhe disse:

"Vejo que não tens muita prática...quando eu tinha sua idade, o fazia meia hora por dia. Vá! Às vezes eu acreditava em até seis coisas impossíveis antes do café da manhã!"



Última edição por Elohim888 em Qua Ago 19, 2009 12:55 pm, editado 1 vez(es)

Ver perfil do usuário

11 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Qui Ago 13, 2009 10:10 pm

http://www.veritatis.com.br/article/270

A Ciência rejeita o Gradualismo

Uma notícia que não ganhou muito espaço na imprensa é que em 1980, o "Gradualismo" de Darwin, segundo o qual uma espécie teria evoluído numa outra durante bilhões de anos, foi enfaticamente rejeitado por uma conferência de evolucionistas em Chicago por causa da óbvia e embaraçante falta de evidência registrada nos fósseis.

Apesar de tudo isso, a evolução não foi rejeitada. Esses cientistas substituíram o Darwinismo por uma teoria ainda mais bizarra e sem base chamada "punctuated equilibrium". Todavia a única coisa impressionante sobre esse "punctuated equilibrium" é o seu nome. Essa nova teoria diz que as mudanças na cadeia evolucionista ocorreram tão rápido que não deixaram nenhum vestígio nos fósseis. Em outras palavras, essa teoria ensina que um réptil botou um ovo e dali saiu um pássaro. Esse conto ridículo é o atual estado da evolução no meio científico. O Darwinismo está morto e esta teoria das "galinhas nascidas de lagartixas" é o máximo que eles conseguiram para provar sua falsa teoria.

Por que então, nossos nobres cientistas preferem posar mais de Dr. Seuss do que de doutores da ciência? Por que eles não rejeitam de uma vez essa teoria absurda? Dr. D. N. S. Watson, que ecoa os sentimentos de muitos evolucionistas deu a resposta verdadeira. Ele francamente admitiu: "A teoria da evolução é universalmente aceita não porque provou ser verdadeira, mas porque ela é a única alternativa além de uma criação especial feita por um suposto Deus. O que é claramente incrível."

Nenhuma evidência científica

Em 1985 foi escrito um livro intitulado "Evolução, uma teoria em crise", pelo cientista australiano Michael Denton. Esse livro prova que a teoria da evolução de Darwin não foi validada por uma única descoberta empírica da ciência desde a primeira publicação das Origens das Espécies em 1859. O que faz com que esse livro seja bastante imparcial é o fato de seu autor não ser um crente. Ele nunca nos diz de onde nós viemos, a única coisa que ele garante é que não foi de uma suposta evolução.

Ver perfil do usuário

12 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Qua Ago 19, 2009 12:58 pm

Micro-evolução e Macro-evolução

Alguns cientistas fazem distinção entre dois tipos de evolução: a micro-evolução e a macro-evolução. A micro-evolução descreve mudanças que podem ser feitas com pequenos saltos (no âmbito de uma espécie), ao passo que a macro-evolução refere-se àquelas mudanças que, aparentemente, exigem grandes saltos (transformação de uma espécie em outra). As raças dos animais são exemplos de micro-evolução. Darwin conhecia as diversas raças de pombos domésticos, obtidas pelos criadores através de seleção artificial. Ele mesmo chegou a criar pombos em casa para estudar o assunto. Se os criadores de animais domésticos podem melhorar as raças aproveitando as mutações favoráveis, por que a natureza não poderia fazer o mesmo? Foi através deste raciocínio que Darwin passou a admitir a seleção natural como o mecanismo principal da evolução.
Na pequena escala – na evolução em pequenos passos – a teoria de Darwin triunfou e hoje em dia ninguém duvida que a micro-evolução é um fato. Mas, note-se bem, essas mutações que formam as raças são mutações que acontecem dentro da espécie. Por espécie entende-se o conjunto das populações formadas por indivíduos semelhantes entre si e capazes de se entrecruzarem em condições naturais, produzindo descendentes férteis. A micro-evolução acontece dentro da espécie, ao passo que a macro-evolução seria o salto de uma espécie ou de uma classe a outra como, por exemplo, a transformação de um réptil em um mamífero.
Procurando – até hoje – os elos perdidos
Há problemas com a macro-evolução. Ela de fato acontece? Existe alguma prova evidente a seu favor? Muitos evolucionistas admitem que esta questão é ainda um “assunto de pesquisa”. O biólogo Michael Behe em seu livro “A caixa preta de Darwin” diz que até hoje não surgiram evidências convincentes em apoio à macro-evolução.
Onde estão as formas intermediárias da passagem de uma espécie para outra? Se a evolução se processa em “numerosas, sucessivas e ligeiras modificações” como quer Darwin, onde se encontram as formas de transição dos répteis para as aves ou para os mamíferos, por exemplo? Nem nos animais vivos atuais nem nos registros fósseis se encontram com evidência essas formas de transição. Os assim chamados “elos perdidos” que ligariam uma forma a outra ainda não foram achados.
No período geológico conhecido como Cambriano, a 500 milhões de anos atrás, foi encontrada uma grande variedade de invertebrados muito complexos como trilobites, ouriços-do-mar, esponjas, medusas, crustáceos, braquiópodos, moluscos e vermes. Foi uma verdadeira explosão de vida. Por isso, o Cambriano é conhecido como o período do “Big Bang Biológico”. Se a macro-evolução tivesse realmente acontecido, deveríamos encontrar na era anterior, no Pré-Cambriano, os antepassados evolutivos de todos estes animais. Entretanto, nas rochas pré-cambrianas não se encontra nada, a não ser bactérias, algas azuis (cianobactérias) e algas verdes, que são organismos muito menos complexos. Trilobites são animais multicelulares e extremamente complexos, pois possuem tecidos e órgãos diferenciados tais como sistema digestivo, reprodutor e nervoso bem desenvolvidos. Possuem também um olho composto, semelhante ao dos insetos, que é extremamente complexo (A figura acima mostra um fóssil de trilobite). Como é que uma bactéria ou protozoário do Pré-Cambriano poderia ter originado um trilobite? Seriam necessárias milhares de formas de transição entre estes organismos, passando por formas multicelulares simples. O problema é que os fósseis desses intermediários não são encontrados.
Existem, por exemplo, milhões de fósseis de peixes e milhões de fosseis de répteis. Deveria existir também milhões de fósseis de intermediários entre peixes e répteis, mas não existem. Podemos fazer uma analogia. Imagine uma casa sendo construída durante um milhão de anos, um tijolo sendo assentado a cada 100 anos. Haveria muitos “períodos geológicos” com diferentes formas da casa. Em um período de vários mil anos a casa estaria só nos alicerces; em outro, estaria no início das paredes; depois, em meia parede; mais tarde, no respaldo das paredes; por fim, no último período, a casa se encontraria coberta e pronta. Este seria o “registro fóssil” da casa. Por que não acontece coisa análoga no registro fóssil dos animais? A transformação de um réptil em uma ave, por exemplo, ao adquirir asas por evolução gradativa num período de milhares de anos, deveria apresentar diferentes formas: em um período, o réptil seria encontrado apenas com um terço das asas, depois com asas pela metade, por fim com asas completas. Mas, que utilidade teriam as asas incompletas para a sobrevivência da espécie durante os períodos intermediários?

Ver perfil do usuário

13 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Qua Ago 19, 2009 12:58 pm

O “monstro esperançoso”
A falta dessas formas intermediárias no registro fóssil intriga os paleontólogos. Por isso alguns, descrentes da evolução através de “numerosas, sucessivas e ligeiras modificações”, propuseram teorias alternativas. Michael Behe escreve:
Nos últimos 130 anos, o darwinismo, embora bastante enraizado, tem enfrentado uma serie ininterrupta de críticas, partidas tanto de dentro quanto de fora da comunidade científica. Na década de 1940 o geneticista Richard Goldschmidt tornou-se tão desencantado com a explicação do darwinismo sobre as origens de novas estruturas, que foi levado a propor a teoria do “monstro esperançoso”. Goldschmidt pensava que, às vezes, mudanças grandes e coordenadas poderiam ocorrer simplesmente ao acaso – talvez um réptil pusesse um ovo apenas uma vez, digamos, e nele fosse chocada uma ave.
A teoria do monstro esperançoso não pegou. E, várias décadas depois, o paleontólogo Niles Eldredge descreveu assim o problema:
Não é de se espantar que os paleontólogos tenham ignorado a evolução por tanto tempo. Aparentemente ela jamais ocorre. A coleta cuidadosa de material na face de penhascos mostra oscilações em ziguezague, pequenas, e uma acumulação muito rara de leves mudanças – no decorrer de milhões de anos, a uma taxa lenta demais para explicar toda a mudança prodigiosa que ocorreu na história evolutiva. Quando vemos o aparecimento de novidades evolutivas, isso ocorre em geral com um estrondo e, não raro, sem nenhuma prova sólida de que os fósseis não evoluíram também em outros lugares.
Em princípios da década de 1970, o próprio Eldredge e o arqueólogo Stephen Jay Gould propuseram a teoria que denominaram “equilíbrio pontuado”. Segundo essa teoria, a maioria das espécies passa, durante longos períodos, por poucas mudanças observáveis. E quando ocorrem mudanças, são rápidas e concentradas em populações pequenas e isoladas. A evolução se daria, portanto, aos trancos e solavancos.
Existe também o problema do tempo. Quando Darwin propôs sua teoria, uma das grandes dificuldades era a idade da terra. Ele calculava que a seleção natural precisaria de muito mais de 100 milhões de anos para gerar vida e formar as espécies. Mas, o tempo estimado em que ocorreu a explosão de vida cambriana foi revisado recentemente para 10 milhões de anos. É um espaço de tempo bem menor do que os 100 milhões de anos reclamados por Darwin para que acontecesse a evolução e o aparecimento das espécies. Por isso, Jay Gould argumenta que a rápida taxa de aparecimento de novas formas de vida no Cambriano exige outro mecanismo para explicá-la que não a seleção natural.
Não são apenas os paleontólogos à procura de ossos que estão desanimados. Muitos biólogos evolucionistas também especulam como o darwinismo pode explicar suas observações. Os biólogos ingleses Mae-Wan Ho e Peter Saunders queixam-se:
Passou-se aproximadamente meio século desde a formulação da síntese neodarwiniana. Grande volume de pesquisa foi realizado dentro do paradigma que ela define. Ainda assim, os sucessos da teoria limitam-se às minúcias da evolução, tal como a mudança adaptativa da coloração de mariposas, ao mesmo tempo em que pouquíssimo tem a dizer sobre as questões que mais nos interessam, como, para começar, de que maneira surgiram as mariposas.
O problema da transição da micro para a macro-evolução levou os evolucionistas Szathmáry e Maynard Smith a declarem que “não há nenhuma base teórica para acreditar que linhas evolutivas ficam mais complexas com o tempo; e também não há nenhuma evidência empírica que isto aconteça.”
O ganhador do prêmio Nobel em física, o evolucionista Jean Rostand, em seu livro “Ce Que Je Crois”, considera o mecanismo da seleção natural proposto por Darwin para formar novas espécies nada mais é do que um conto de fadas:
Quanto à realidade da evolução orgânica, minha crença é inabalável... Mas, não é menos verdade que as explicações clássicas da origem das espécies estão longe de contentar todos os espíritos. De minha parte, eu as considero todas como contos de fada em uso pelos adultos... É preciso ter coragem de reconhecer que nós ignoramos tudo sobre esse mecanismo.
Diante da ausência dos elos perdidos, G. K. Chesterton declarou: “Os evolucionistas parecem saber tudo acerca do elo perdido, menos o fato de que ele está perdido”.
O ancestral comum
Para os darwinistas, os seres vivos do planeta descendem de um único ancestral. Uma das provas apresentadas se baseia na anatomia comparativa. Muitos membros dos animais são semelhantes entre si. Por exemplo, comparando as asas dos pássaros, as barbatanas dos peixes e os braços do homem, vemos que todos têm estruturas de ossos e músculos muito semelhantes. As estruturas fundamentais desses membros são os mesmos, indicando a possibilidade de que eles se originaram de um ancestral em comum.
A figura mostra a homologia dos ossos das patas de vários animais.

Mas, o argumento mais forte apresentado em favor do ancestral comum é o do código genético. Todas as bactérias, plantas e animais têm códigos semelhantes. Os recentes avanços da biologia molecular permitem comparar diretamente a estrutura genética de diferentes espécies, através da comparação da seqüência de nucleotídeos da molécula de DNA. Duas espécies são consideradas parentes próximos quando a semelhança entre suas proteínas é grande. Dizer que o conjunto de proteínas de dois organismos é semelhante significa o mesmo que dizer que seus DNA são semelhantes. E, na visão evolucionista, isso é sinal de que houve um ancestral comum.
No livro “O rio que saía do Éden”, o evolucionista Richard Dawkins escreve que os seres vivos são variação do tema DNA e das 30 milhões de maneiras pelas quais ele se propaga. A proteína denominada citocromo c, por exemplo, existe em todos os seres vivos. O “parágrafo" nos nossos genes humanos que descreve essa proteína tem 339 letras. Os genes dos outros animais têm algumas letras trocadas. Dawkins esclarece:
Doze trocas de letras separam o citocromo c humano do citocromo c dos cavalos, nossos primos muito distantes. Apenas uma troca de letra no citocromo c separa os humanos dos macacos (nossos primos bastante próximos), uma troca de letra separa os cavalos dos jumentos (seus primos muito próximos) e três trocas de letras separam os cavalos dos porcos (seus primos um tanto mais distantes). Quarenta e cinco trocas de letras separam os humanos do levedo e o mesmo número separa os porcos do levedo. Não é surpresa que estes números sejam os mesmos, pois, à medida que subimos o rio que conduz aos humanos, ele reúne-se ao rio que conduz aos porcos muito antes de o rio comum a humanos e porcos se juntar ao rio que conduz ao levedo.
Mas, pesquisas recentes embaralharam um pouco as coisas. As distâncias genéticas entre o homem e os animais não parecem tão matemáticas assim. O verme nematóide habitante do solo, Caemorhabditis elegans, por exemplo, está mais próximo do ser humano do que poderia imaginar alguém que considera aviltante até a proximidade genética com os macacos. A empresa norte-americana Genomium Sequencing Consortium concluiu, há pouco tempo, depois de oito anos de pesquisa, o mapeamento completo dos genes desse verme, o primeiro animal a ser completamente desvendado. A conclusão é espantosa: de cada cinco genes do nematóide, dois existem também no homem. Não é pouco, já que seu corpo tem apenas 959 células, enquanto o humano tem 50 trilhões. O nematóide tem pouco menos de 20 mil genes, ou seja, três vezes mais do que as bactérias e cinco vezes menos do que o ser humano que tem aproximadamente 100 mil.
O problema desse tipo de argumento está no fato de que espécies que não deveriam mais apresentar semelhanças de proteínas, devido à suposta distância evolutiva, apresentam semelhanças. Por exemplo, a hemoglobina da lampreia, que é um peixe, é muito parecida com a do homem. O mesmo se observa em relação à clorofila de plantas com a nossa hemoglobina. E cabe a pergunta: Se existe o ancestral comum, a que distância ele fica de nós?
O darwinismo é cego
O darwinismo exclui o finalismo. Ou seja, admite que não há um programa evolutivo voltado para um fim. As mutações se dão totalmente às cegas, ao acaso, sem nenhum planejamento. Darwin não acreditava que o ser humano fosse um ser planejado, o objetivo final da evolução. Na sua opinião, a espécie humana é o ponto mais alto da evolução e foi formada através de um caminho complexo, imprevisível e sem planejamento. E a evolução não parou no tempo, ela continua e poderá produzir criaturas ainda mais complexas do que o homem, num futuro distante.
Em seu livro "O relojoeiro cego", Richard Dawkins declara: “A Biologia é o estudo de coisas complexas que dão a aparência de terem sido projetadas para uma finalidade”. E explica que a seleção natural é o relojoeiro cego. É cego porque não vê adiante, não planeja conseqüências, não tem finalidades em vista. Apesar disso, os resultados vivos da seleção natural nos causam a impressão de terem sido planejados por um relojoeiro.
Os darwinistas acham que não existe uma tendência geral de evolução para “cérebros grandes”. O arqueólogo Jay Gould, numa entrevista a La Recherche em setembro/97, diz que existem mais espécies de bactérias (unicelulares) do que de animais multicelulares; e mais de 80% das espécies multicelulares são insetos. “Não se pode dizer – afirma ele – que o crescimento da complexidade mental seja uma característica da evolução”. Porque, “das quase 4 mil espécies de mamíferos, apenas uma é consciente de si mesma”. Gould observa que o traço mais fundamental da árvore da vida “é a constância da vida bacteriana”. E bactérias e vírus, aliás, evoluem mais rapidamente do que nós.
Concluindo
A teoria darwiniana da seleção natural que age sobre mutações explica bem a micro-evolução – que descreve mudanças feitas com pequenos saltos (dentro de uma espécie). Mas, para muitos cientistas, a macro-evolução – que descreve mudanças que exigem grandes saltos (transformação de uma espécie em outra) – ainda é um assunto de pesquisa e até hoje não existem provas concludentes a seu favor. Várias outras teorias foram aventadas para explicar a macro-evolução, mas sem sucesso. Atualmente está em calorosa discussão a teoria do Projeto Inteligente que tenta provar que a teoria da evolução como apresentada por Darwin não é mais capaz de explicar plenamente a grande complexidade que é observada nos seres vivos, após as modernas descobertas feitas na área da micro-biologia.
No próximo capítulo veremos as bases da teoria do Projeto Inteligente.

Ver perfil do usuário

14 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Ter Maio 13, 2014 1:20 pm

Feduccia, Alan (1985)
"On Why Dinosaurs Lacked Feathers"
The Beginning of Birds
Eichstatt, West Germany: Jura Mus

"As penas são características únicas para as aves, e não existem estruturas intermédias conhecidos entre escamas dos répteis e penas. Apesar especulações sobre a natureza das escalas alongadas encontrados em formulários de busca como Longisquama ... como sendo estruturas semelhantes a penas, não há simplesmente nenhuma evidência demonstrável na verdade que são. Eles são muito interessantes, altamente modificado e escamas dos répteis alongados e não são penas incipientes ".

Ver perfil do usuário

15 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Dom Jun 15, 2014 9:06 pm

Dr. JC Sanford, Genetic Entropy: O Mistério do Genoma, Ivan Press, 2005

a quantidade de informações necessárias para transformar um organismo unicelular em um ser humano seria maior do que a informação necessária para transformar um simples vagão  no navio Star Enterprise - com motores com transmissão  e holodeck! Pode seleção natural, agindo sobre alterações acidentais realizar essa transformação?
A seleção natural é semelhante ao departamento de controle de qualidade na fábrica de montagem de vagões e nosso código genético é semelhante a um documento contendo todo o processo de fabricação do vagão vermelho. Tudo que é necessário para a fabricação de um vagão, incluindo as especificações para todos os materiais de construção ... todos os componentes individuais ... os processos necessários para fabricá-los ... todas as especificações de imprensa metal ... toda a robótica e linguagem de programação ... as instruções de montagem ... as especificações de pintura ... o manual dos  benefícios dos empregados ... todo o necessário para a construção do vagão precisa ser anexado como um manual para o fundo do vagão. O próximo vagão a ser produzido deve usar apenas as informações no vagão existente para fazer a próxima cópia. O departamento de qualidade (seleção natural) só pode ver o vagão acabado, não a enorme quantidade de informação no manual de fabricação (o código genético do vagão). A pergunta é: podem mudanças aleatórias no manual de montagem (código genético) permitir que o departamento de controle de qualidade (seleção natural) de transformar o carrinho vermelho em uma  vagão melhor e, finalmente, para a USS Enterprise?

A quantidade de informação contida dentro do mais simples organismo unicelular (similar às informações necessárias para construir uma fábrica de montagem de vagões) iria encher uma pequena biblioteca. Suponha que você começou com um conjunto perfeito de instruções nesta biblioteca e aleatoriamente mudou centenas de cartas individuais ao longo das instruções. Muito poucas destas alterações seria crucial para a montagem ou causar um vagão com defeito que o departamento de controle de qualidade (seleção natural) rejeitaria.

É muito mais provável que quase todas as mudanças aleatórias (estes são chamados de mutações em organismos vivos) iriam resultar em nenhuma alteração notável e os vagões que saem da linha de montagem com erros nos seus manuais intactos - para ser utilizado na criação de a próxima geração de vagões. Esta próxima geração teria, então, um outro conjunto de erros quase imperceptíveis acrescentados, um erro  aleatório de uma vez. Dada gerações suficientes dos vagões, e com cada erro aumentando letra por letra em seus manuais de montagem; eventualmente, o ponto seria alcançado quando os vagões não poderiam mais ser produzidos a partir das instruções, porque há tantos erros pequenos presentes.

Grandes erros podem ser eliminados pela seleção natural, mas não os pequenos erros, pois, uma "carta" errada ao mesmo tempo, eles são essencialmente indetectável no produto final. No entanto, no final, eles vão conduzir o processo de fabricação para a extinção da mesma forma que uma molécula de ferrugem em um tempo irá destruir um carro. Isto é exatamente o que está acontecendo com o genoma humano a um ritmo alarmante. Milhares de pequenos erros estão se acumulando a cada geração.Parece que nem as mutações, nem a seleção natural, pode justificar remotamente a crença dogmática em evolução como a explicação para tanto o desenvolvimento da vida ou a sua origem.

Ver perfil do usuário

16 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Sex Jul 04, 2014 9:41 am

Uma parábola:
Suponha que um homem caminha até você e diz: "Eu sou um bilionário."
Você diz "Prove".
Ele diz: "ok", e ele aponta outro lado da rua em um banco. "Meu dinheiro está no banco lá." (O banco está fechado.)
Você diz: "O que isso prova?"
Ele diz: "Todo mundo sabe que os bancos têm dinheiro nelas"
Você diz "Eu sei que há dinheiro no banco, mas por que eu deveria acreditar que é o seu dinheiro?"
"Porque é VERDE", diz.
"O que mais você pode me mostrar?"
Ele chega no bolso e tira um centavo. "Veja - eu sou um bilionário."
Você ainda está cético. "O que isso prova?", Você pergunta.
"Eu sou um bilionário", afirma em voz alta (obviamente irritado que você iria questioná-lo). Ele chega em outro bolso e tira um centavo, "Você acredita em mim agora?"

Ver perfil do usuário

17 Re: Macroevolução, será que é um fato ? em Seg Nov 09, 2015 5:10 am

Micro evolução e especiação é um fato. Mudança de uma espécie para a outra em longos períodos de tempo, a mudança de planos de corpos durante um longo período de tempo, não é um fato, nem sequer uma teoria, ou mesmo uma hipótese. E apenas fantasia sem um pingo de provas. Mostra-me alguns exemplos de fatos observados; por favor, fornece e dê-me dados empíricos de um evento desorganizado não direcionado neodarwiniano acidental aleatório macro-evolutivo de uma mudança / transição, onde um "tipo" de genus pode evoluir para outro além do nível de espécie (ou seja, especiação), como um organismo mudando aleatoriamente / transiçionando em um inteiramente diferente / novo, com novos recursos biológicos plenos, funcionamentos diferentes em um organismo, o surgimento de novas funções complexas, um novo gênero ou superior classificação em taxonomia, com o surgimento de novos planos corporais, asas, olhos, pulmões, brânquias, gênero sexual, transição de procariotas a eucariotas, o surgir da fotossíntese em cianobactérias e nitrogenase; algo que nós não precisamos acreditar mediante fé cega ?

Stephen C Meyer , Darwin's doubt pg.218:

Os críticos contemporâneos do neo-darwinismo reconhecem, é claro, que preexistentes formas de vida podem diversificar sob as influências individuais da seleção natural e mutação genética. Processos microevolutivos conhecidos podem ser responsáveis ​​por pequenas mudanças na coloração de mariposas, a aquisição de resistência a antibióticos em diferentes linhagens de bactérias, e variações cíclicas no tamanho dos bicos de tentilhões de Galápagos. No entanto, muitos biólogos argumentam agora que a teoria neo-darwinista não fornece uma explicação adequada para a origem de novos planos ou eventos corporais. Por exemplo, o biólogo evolucionista Keith Stewart Thomson, anteriormente da Universidade de Yale, expressou dúvidas de que as alterações morfológicas de grande escala poderia acumular por pequenas alterações a nível genético. Geneticista George Miklos, da Universidade Nacional Australiana, argumentou que neodarwinismo não fornece um mecanismo que pode produzir inovações de grande escala na forma e estrutura. Os biólogos Gilbert Scott, John Opitz, e Rudolf Raff têm tentado desenvolver uma nova teoria da evolução para complementar o clássico neo-darwinismo, que, segundo eles, não pode explicar adequadamente a mudança macroevolutiva em grande escala. Como eles observam:

Começando na década de 1970, muitos biólogos começaram a questionar o seu neo-darwinismo de adequação para explicar a evolução. Genética pode ser suficiente para explicar a microevolução, mas as mudanças na freqüência microevolutiva de genes não eram vistas como capazes de transformar um réptil em um mamífero ou para converter um peixe em um anfíbio. Microevolução olha adaptações que dizem respeito à sobrevivência do mais apto, não a chegada do mais apto. Como Goodwin (1995) aponta, "a origem de espécies-problema de Darwin permanece sem solução."



Elohim888 escreveu:o que é ciência ?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia

No seu sentido mais amplo, ciência (do Latim scientia, significando "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemático. Num sentido mais restrito, ciência refere-se a um sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico, assim como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tal pesquisa.

Comprovação científica

A comprovação científica é o conjunto de processos e métodos teóricos e práticos, conhecidos como Método Científico, que são realizados para averiguar sistematicamente a verdade e formar a certeza de que um determinado fato ou fenômeno de qualquer natureza é real, mensurável e passível de averiguação a qualquer momento pelos processos e instrumentos de controle, teóricos e práticos através de provas científicas.
Em sentido amplo, as provas científicas são todos os meios legítimos capazes de demonstrar a veracidade de um fato, fenômeno ou alegação, com o objetivo de convencer a comunidade científica da verdade dos fatos apresentados.
Para se ter o resultado pretendido, toda prova científica deve ser suficiente, clara, concludente e baseada em teoremas irrefutáveis.

A teoria da evolução é uma teoria comprovada, pelo fato de teorias como a da relatividade serem comprovadas?

Existem teorias científicas que são fatos comprovados. Mas no caso da evolução, ela nunca foi observada na forma em que é postulada. O fato de teorias como a da gravidade serem fato comprovado, não faz da evolução um fato comprovado.

Evolucionistas utilizam argumentos como: “teorias científicas são fatos comprovados”, e citam como exemplo a gravidade, ou então, argumentos como: “se a gravidade é teoria e é algo que já foi comprovado, então, a evolução, que também é teoria, assim como a gravidade, também é algo que já foi comprovado”.

a descoberta de Isaac Newton sobre a gravidade tornou-se uma lei, chamada Lei da Gravitação Universal, ou a Segunda Lei da Newton.

É claro quem existem sim, algumas teorias que são casos comprovados cientificamente, como a TEORIA eletromagnética, a TEORIA da relatividade, a TEORIA dos germes, a TEORIA do equilíbrio de Nash, entre outras: MAS NÃO NO CASO DA EVOLUÇÃO, POIS ELA NUNCA FOI COMPROVADA.
A teoria da evolução não pode ser reproduzida em laboratório. Aliás, Darwin nunca disse que sua teoria fosse um fato comprovado.

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=a+macroevolu%C3%A7%C3%A3o+for+provada+%3F&btnG=Pesquisa+Google&meta=&aq=f&oq=

http://www.youtube.com/watch?v=TR5lIXCNU88




A MICROEVOLUÇÃO PODE EXPLICAR A MACROEVOLUÇÃO?

Refutação ao Darwinismo   Micro-evolução vs Macro Evolução

O QUE É MACROEVOLUÇÃO?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Macroevolu%C3%A7%C3%A3o

Macroevolução é o estudo da evolução analisado a partir da escala de conjuntos de genes independentes[1]. Estudos macroevolutivos tem como foco as mudanças que ocorrem no nível de espécie ou acima, em contraste com a microevolução, que tem como objeto de estudo mudanças evolutivas em menor escala, que ocorrem dentro de uma espécie ou população, e podem ser descritas como mudanças nas frequências alélicas.

http://www.biociencia.org/index.php?option=com_content&task=view&id=61&Itemid=83


http://www.evolutionnews.org/2012/01/peer-reviewed_p055221.html

Temos encontrado e abordado este tipo de argumento não sofisticado para a evolução darwiniana muitas vezes antes. Você não pode apenas vagamente apelar para grandes e intermináveis quantidades de tempo (e de outros recursos probabilísticos) e assumir que a evolução darwiniana pode produzir qualquer coisa ", não importa o quão complexo." Em vez disso, você tem que demonstrar que existem recursos probabilísticos suficientes para produzir o recurso.

" Que tipo de educação é essa", quando se produz indivíduos que juram que a evolução é verdadeira ou que aqueles que se opõem a ela não entendem o processo !!

O chamado argumento evolutivo é mais uma questão de agredir a inteligência daqueles que se opõem a ela com uma série de observações que os evolucionistas realmente não têm como explicar. Argumentar que sempre há tempo suficiente para a complexidade da vida a se revelar é um argumento insustentável. Os números são de desconto em qualquer escala que pode relacionar-se possível para explicar o que vemos de vida. Não obstante, temos gente  aqui que vão tão longe a dizer que está tudo contabilizado já, como se soubessem já tudo como aconteceu.

Uma parábola:
Suponha que um homem caminha até você e diz: "Eu sou um bilionário."
Você diz "Prove".
Ele diz: "ok", e ele aponta outro lado da rua em um banco. "Meu dinheiro está no banco lá." (O banco está fechado.)
Você diz "O que isso prova?"
Ele diz: "Todo mundo sabe que os bancos têm dinheiro nelas"
Você diz "Eu sei que há dinheiro no banco, mas por que eu deveria acreditar que ele é o seu dinheiro?"
"Porque é VERDE", diz ele.
"O que mais você pode me mostrar?"
Ele chega no bolso e tira um centavo. "Veja - eu sou um bilionário."
Você ainda é cético. "O que isso prova?", Você pergunta.
"Eu sou um bilionário", afirma em voz alta (obviamente irritado que você iria questioná-lo). Ele chega em outro bolso e tira um centavo, "Você acredita em mim agora?"


http://porquecreio.blogspot.com/2008/12/macroevoluo.html

Se se pudesse demonstrar que existiu algum organismo complexo que possivelmente não tenha sido formado por inúmeras modificações leves e sucessivas, minha teoria entraria em absoluto colapso.

Charles Darwin

A macroevolução é uma teoria ou modelo das origens que sustenta a idéia de que todas as variedades deformas de vida provêm de uma simples célula ou "ancestral comum". Os macroevolucionistas crêem que, uma vez que as primeiras células vivas passa ram a existir, foi apenas uma questão de tempo, seleção natural,1 e alterações biológicas moleculares aleatórias em seus sistemas de informação genética (mu tações) para o aparecimento de novas características (mudanças microevolutivas). De acordo com o darwinismo, essas pequenas mudanças microevolutivas sucessi vas vieram a acontecer por meio de variações genéticas casuais iniciadas por uma mudança de ambiente, que exerceu várias pressões sobre os organismos. Isso os induziu a mutações a fim de sobreviverem, e por fim os organismos mais adap­táveis sobreviveram (sobrevivência do mais adaptado). A sobrevivência se deu em certos organismos pela superação de limites biológicos naturais relativos a sua espécie e deu origem a novas espécies.2 {macroevolução).
Baseados neste modelo darwiniano de "origem das espécies", os macroevolucionistas crêem que todas as espécies têm um ancestral comum, inclusive a raça humana. Conseqüentemente, se gundo a macroevolução, a vida huma na, em última instância, é o resultado de uma série de mudanças microevo lutivas durante um longo período de tempo, começando com as primeiras células vivas que enfim deram origem à humanidade.


HÁ VARIAÇÕES DA MACROEVOLUÇÃO



A concepção macroevolucionista mais comumente sustentada é conhecida como gradualismo. Seguindo Darwin, dois famosos cientistas que sustentam essa posição, que é o entendimento clássico do darwinismo, são Stephen Hawking e Richard Dawkins. O gradualismo afirma que são necessários períodos muito longos de tempo para se completar o que é conhecido por formas de vida transicionais ou intermediárias. Uma forma de vida intermediária é a macroevolução "em processo". Em outras pala vras, é uma forma de vida em transição, que possui algumas características da espécie a que uma vez pertenceu e alguns atributos que no final a transforma rão numa nova espécie. Conseqüentemente, esse modelo das origens afirma que novas formas de vida apareceram gradualmente como produto de seleção natural e de mutações genéticas através de períodos muito longos de tempo (normalmente milhões de anos).
A mais recente variação do modelo macroevolutivo se chama equilíbrios pon tuados. Um nome preeminente associado a essa teoria é um de seus formuladores, Stephen Jay Gould (paleontólogo e professor de biologia na Universidade de Harvard). O colega de Gould, Niles Eldredge (paleontólogo do Museu Ameri cano de História Natural, em Nova York), assistiu-o na conceituação dessa variação. Ambos haviam reconhecido que as evidências observáveis (restos de fóssil de uma forma de vida em transição) previstas pela teoria da macroevolução e necessária para dar suporte ao gradualismo eram seriamente escassas. Dessa forma, propuseram uma explicação diferente da macroevolução, que afirma que novas formas de vida se criaram pela "eclosão rápida da especiação" (esta visão é explicada e analisada abaixo). Gould e Eldredge propuseram que essas eclosões rápidas de macroevolução ocorreram em períodos de tempo relativa mente curtos (em geral, centenas a milhares de anos) em oposição aos milhões de anos exigidos pelo gradualismo.3 A teoria ainda sustenta que as novas for mas de vida aparecem como produto de mutações genéticas casuais ilimitadas, mas em graus de velocidade altamente acelerados, deixando poucos traços de for mas intermediárias de vida no registro fóssil.


QUAL É O MODELO DE PROJETO?


Modelo de projeto é a teoria das origens que afirma que todas as formas de vida foram projetadas para sofrer somente variações genéticas limitadas (microevolução) afim de se adaptar e sobreviver aos estresses causados pelas mudanças ambientais. Algumas formas de vida não foram capazes de se adaptar a suas circunstâncias porque haviam alcançado as limitações de seu projeto e, conseqüentemente, se extinguiram. Os teístas que sustentam esta forma de modelo das origens de projeto crêem que a observação confirma variações microevolutivas em certo grau dentro de uma determinada espécie4 Este modelo prevê que o registro fóssil não dá testemunho das formas de transição, mas, sim, manifesta a evi dência das formas de vida surgindo sobre a terra abruptamente e plenamente formadas, confirmando sua causa: o irromper repentino da criação. Além dis so, este modelo prevê que as formas básicas de vida experimentaram mudanças limitadas e não exibiram nenhuma modificação direcional durante sua existên cia sobre a terra.
O modelo de projeto das origens sustenta que as formas de vida experimen tam apenas mudanças microevolutivas limitadas durante longos períodos de tem po. Também assevera que as semelhanças entre as formas de vida são resultados das especificações de projetos comuns — não de um ancestral comum. De acor do com o modelo de projeto, esse critério de projeto interdependente se prende ao fato de que todas as formas de vida compartilham um ambiente comum e devem ser capazes de funcionar adequadamente dentro de seu ecossistema. Por tanto, baseado nesse projeto, este modelo prevê que algumas mudanças ambientais podem causar uma extinção em massa de certas formas de vida.


HÁ VARIAÇÕES DO MODELO DE PROJETO?


Basicamente, há três formas variantes do modelo de projeto das origens. Duas se referem ao tempo e a terceira, ao mecanismo. A primeira variação do modelo de projeto das origens é sustentada por teístas que crêem que o universo espaço-tempo e todas as formas de vida foram criados em seis dias sucessivos de 24 horas. Essa posição é conhecida como a teoria da terra jovem. Outros teístas sustentam que o universo material e todas as formas de vida foram formados em vários estágios progressivos, cada estágio separado por um longo período de tempo. Os teístas que sustentam essa posição crêem que cada intervalo de tempo permitiu ao ser recém-criado no ambiente ser devidamente introduzido — o que gradualmente permitia ao ecossistema alcançar seu equilíbrio natural, ou o ponto de equilíbrio. Esta variação do modelo de projeto das origens é conhecida como teoria da criação progressiva. Essas concepções diferem em rela ção ao tempo, mas concordam essencialmente em que a ciência operacional e as evidências observáveis do registro fóssil existente não dão apoio a nenhum modelo macroevolutivo das origens.
A terceira variação do modelo de projeto das origens é conhecida como evolucionismo teísta. Os teístas evolucionistas confirmam a necessidade de uma causa primeira inteligente para todas as formas de vida. Contudo, acreditam que essa causa inteligente usou um processo de macroevolução para produzir novas formas de vida. Os teístas evolucionistas emprestam idéias de ambos os modelos: macroevolucionista e modelo de projeto das origens. Embora a macroevolução teísta possa classificada na categoria de variante do modelo de projeto, vamos criticá-la como forma variante da macroevolução. O motivo para isso é que, se podemos demonstrar que a macroevolução não é um modelo científico viável, qualquer forma de macroevolução também será automatica mente desqualificada. Se nosso argumento se sustenta — isto é, se as evidênci as observáveis e as leis da ciência não dão suporte à macroevolução —, então qualquer prefixo ou rótulo ("teísta", por exemplo) que se vincule ao modelo macroevolutivo não nos diz respeito.

Quando examinamos as variações tanto do modelo de projeto quanto do modelo do macroevolutivo, é de importância crítica sempre ter consciência da diferença que se deve fazer entre a ciência operacional e a ciência das origens. Não podemos permitir que nenhuma idéia infundada acerca da origem das novas formas de vida seja injetada na corrente desta análise antes das conclu sões da ciência operacional. Se permitirmos, daremos a questão como provada, o que ocorre quando uma hipótese injustificável se intromete num argumento que apóia uma conclusão ainda não estabelecida.
Por exemplo, Stephen Jay Gould disse que o mecanismo da macroevolução é de fato desconhecido, no entanto, também afirmou ao mesmo tempo que ele é insignificante em relação ao fato da macroevolução. Disse: "Nossa luta contí nua para entender como a evolução acontece (a teoria da evolução) não põe em dúvida nossa documentação de sua ocorrência — o 'fato da evolução'".5 Gould reconheceu abertamente que o mecanismo {como 2l macroevolução ocorre) não é conhecido, mas o "fato da evolução" {que ela ocorreu) é certo. Este é um caso simples de dar a questão como provada — a conclusão (a macroevolução é um fato) é usada como um pressuposto (a macroevolução aconteceu). Falando sem rodeios, Gould deveria ter dito: "Eu sei que a macroevolução é verdadeira por que ela aconteceu, e eu sei que ela aconteceu porque ela é verdadeira".
Tomar como certo que de alguma forma a macroevolução aconteceu e que não há nenhuma limitação natural para alteração biológica é um pressuposto extremamente substancial e altamente questionável que precisa ser justificado. Com referência à "documentação" da macroevolução, vamos tentar demonstrar que o registro fóssil não revela essa evidência. Vamos impedir que todas as suposições, escondidas ou reveladas, influenciem modelos de origens antes que provem ser filosófica e cientificamente justificadas.

Ver perfil do usuário

Conteúdo patrocinado


Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo  Mensagem [Página 1 de 1]

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum