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O que existiu no início ?

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1 O que existiu no início ? em Sex Ago 14, 2009 7:30 pm

Será que nada existiu no início ?

http://www.suaescolha.com/essay/nada.html

Você já parou pra pensar sobre o começo? Que começo?, você diz. Você sabe: "Algo que tenha aparecido: Quem veio primeiro o ovo ou a galinha?". Ou qualquer coisa que era, que esteve aqui primeiro, no mais remoto momento de todos os tempos. Você já parou pra pensar sobre isso?

Espere aí, você diz, existe a possibilidade de que no começo não houvesse nada? Seria possível que, há zilhões de anos atrás, não houvesse Nada Absoluto?

É uma teoria a ser considerada. Vamos considerá-la primeiro através de uma ilustração.

Imagine que você tem um quarto muito grande. Ele está completamente isolado de tudo e é quase do tamanho de um campo de futebol. O quarto está trancado permanentemente; não tem portas nem janelas e nenhum buraco em suas paredes.

Dentro do quarto não há nada. Um "Nada Absoluto". Nenhuma partícula sequer. Não há ar. Não há poeira. Não há luz. É um quarto selado cujo interior está na total escuridão.

Bem, você pensa: e se eu tentar criar uma fagulha dentro do quarto? Então haveria luz nele por um rápido momento e isso já transformaria o Nada Absoluto em alguma coisa. Sim, mas você está fora do quarto. Então, isso não seria possível.

Então você diz: E se eu tentar teletransportar algo para dentro do quarto, como faziam naquele desenho animado os "Jedsons" ou no "Jornada nas Estrelas"? Mais uma vez, isso não seria possível, porque você estaria usando coisas que estão do lado de fora do quarto.

Aqui está novamente o dilema: você deve colocar alguma coisa dentro do quarto usando somente o que está dentro do quarto. Só que, nesse caso, dentro do quarto não há nada.

Bem, você diz: talvez uma pequenina partícula, em algum tempo, possa surgir dentro do quarto.

Existem três problemas com essa teoria: Primeiro, o tempo por si só não faz nada. As coisas acontecem no decorrer do tempo, mas não é o tempo com que faz elas aconteçam. Por exemplo, só esperar 15 minutos para assar biscoitos não vai dar em nada... Não são os 15 minutos que irão assá-los e sim o calor do forno. Se você deixar os biscoitos sobre o balcão por 15 minutos, eles não irão assar sozinhos.

Na nossa ilustração, temos um quarto completamente isolado com o Nada Absoluto dentro. Esperar quinze minutos não irá mudar, de maneira nenhuma, a situação. Bem, você diz: e se esperarmos longos períodos de tempo? Um longo período de tempo é simplesmente um amontoado de segmentos de 15 minutos colocados juntos. Se você esperasse por um longo período de tempo com seus biscoitos em cima do balcão, iria o tempo assá-los?

O segundo problema é este: Por que algo iria simplesmente "surgir"? É necessária uma razão para isso acontecer. Já que só existe o Nada Absoluto dentro do quarto, o que impediria que tudo continue como está: no nada? Sabe-se que não existe nada que faça as coisas surgirem sem razões, visto que as "razões" têm de vir do interior do quarto.

Bem, você diz: será que uma minúscula partícula não teria mais chances de se materializar do que algo grande como uma bola de futebol?

Isso revela o terceiro problema: tamanho. Assim como o tempo, tamanho é algo abstrato e relativo. Imagine que temos três bolas de futebol, variando de tamanho. Uma tem 3m de diâmetro, outra tem 1m e outra é do tamanho normal. Qual delas é mais provável de aparecer dentro do quarto? A bola de tamanho normal? Não! Seria a mesma probabilidade para todas as três. O tamanho não importa. A questão não é o tamanho. A questão é: pode alguma bola de baseball de qualquer tamanho simplesmente "aparecer" dentro do nosso quarto selado e vazio? Se você acha que nem a menor delas poderia simplesmente aparecer dentro do quarto, não importa quanto tempo passasse, então você pode concluir que o mesmo vale para um átomo. Tamanho não é a questão. A probabilidade de uma partícula minúscula surgir sem motivo algum não é diferente de uma geladeira se materializar sem causa alguma!

Agora vamos esticar, literalmente, a nossa ilustração adiante. Vamos pegar o nosso grande quarto escuro e tirar suas paredes do lugar. Vamos ampliar o quarto em todas as direções infinitamente. Agora, não existe nada do lado de fora do quarto, porque o quarto é tudo o que existe. Ponto final.

Nesse quarto grande e infinito não há luz, não há poeira, não há partículas de nenhum tipo, não há ar, não há elementos, não há moléculas; ele é o Nada Absoluto. De fato, podemos chamá-lo de Nada Absoluto.

Mais uma pergunta: Se realmente, há trilhões de anos atrás existisse o Nada Absoluto, não existiria hoje também o Nada Absoluto?

A resposta é sim, visto que qualquer coisa - não importa quão pequena - não pode surgir sem razões do Nada Absoluto.

O que isso nos diz? Resposta: O Nada Absoluto nunca existiu. Por quê? Porque se o Nada Absoluto alguma vez existiu, ainda hoje existiria!

Se o Nada Absoluto tivesse existido não haveria nada além dele que causasse a existência das coisas.

Novamente, se o Nada Absoluto nunca existiu, ainda existiria.

Porém, alguma coisa existe. Na verdade, muitas coisas existem. Você, por exemplo, é algo que existe, algo de muita importância. Por essa razão, você é prova de que o Nada Absoluto nunca existiu.

Agora, se o Nada Absoluto nunca existiu, isso significa que sempre houve um tempo em que pelo menos Alguma Coisa sempre existiu. O que seria esse "Alguma Coisa"?

Seria uma coisa ou várias coisas? Seria um átomo? Uma partícula? Uma molécula? Uma bola de futebol? Uma bola de futebol mutante? Uma geladeira? Alguns biscoitos?



Última edição por Elohim888 em Seg Ago 31, 2009 4:16 pm, editado 3 vez(es)

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2 Re: O que existiu no início ? em Sex Ago 14, 2009 7:30 pm

Se em algum momento existiu o Nada Absoluto, ainda existiria o Nada Absoluto hoje. Desde que existe alguma coisa (você, por exemplo) isso significa que o Nada Absoluto nunca existiu. Se tivesse existido, você não estaria aqui lendo este artigo agora. O Nada Absoluto ainda estaria aqui.

Então nunca houve um tempo onde o Nada Absoluto existiu. Por isso, conseqüentemente, sempre existiu alguma coisa. Mas o quê? Se voltarmos ao começo de tudo, qual seria essa coisa que teria sempre existido? Seria mais do que só Alguma Coisa, ou apenas uma? E, julgando-se pelo o que existe hoje, com que se pareceria?

Vamos explorar a questão da quantidade primeiro. Pensemos novamente sobre o nosso selado, escuro e enorme quarto. Imagine que existem dez bolas de futebol dentro do quarto. Seja o quanto volte no tempo, há somente isto: dez bolas de futebol.

O que vai acontecer depois? Vamos dizer que esperemos um ano inteiro. O que há dentro do quarto? Dez bolas de futebol ainda, certo? Porque a existência de algo em si não gera nada. E nós sabemos que dez bolas de futebol comuns - não importa quanto tempo passe - não poderão gerar outras novas ou qualquer outra coisa neste caso.

Certo, e se houvesse seis bolas de futebol dentro do quarto no começo de tudo? Isso mudaria a situação? Não, não mudaria. Certo, então, e se houvesse um milhão de bolas de futebol? Ainda não mudaria. Tudo o que temos dentro do quarto são bolas de futebol, não importa quantas.

O que descobrimos é que quantidade não é a questão. Se voltarmos aonde tudo começou, a quantidade da Alguma Coisa que deve ter sempre existido não é o que importa, ou é?

Retire as bolas de futebol. Agora dentro do quarto há um pintinho. Vamos esperar um ano. O que há dentro do quarto? Somente um pintinho, certo? Mas e se tentarmos colocar uma galinha e um galo lá? Esperamos mais um ano agora... O que iremos ter? Uma porção de pintinhos!

Então quantidade é importante, SE no quarto estiverem pelo menos duas coisas que podem produzir uma terceira coisa: Galo + galinha = pintinho. Lembremos, porém, quantidade não é importante se estamos falando de pelo menos duas coisas que não são capazes de produzir uma terceira coisa: bola de futebol + bola de futebol = nada.

Então, o que realmente importa não é a quantidade, mas sim a qualidade. Que qualidade essa Alguma Coisa possui? Pode ela trazer outras coisas à existência?

Vamos voltar aos nossos pintinhos, mas sejamos muito precisos, visto que a situação seria a mesma onde tudo começou. Temos um galo e uma galinha no quarto. Eles estão em partes diferentes do quarto, suspensos no nada. Poderiam eles gerar pintinhos?

Não poderiam. Por quê? Porque não existe um meio ambiente com o qual possam interagir. Não há mais nada no quarto a não ser o galo e a galinha. Não existe ar para respirar ou para voar, não existe chão para andar, não existe nada que os sustenha para viver. Eles não podem comer, andar, voar ou respirar. O seu meio ambiente é o completo nada.

Então, os pintinhos estão "fora" da jogada. Pintinhos não podem existir ou se reproduzir sem que haja algum tipo de meio ambiente. Em um meio ambiente eles poderiam gerar outros pintinhos. E em um ambiente que os afetasse, talvez eles pudessem com o tempo, se transformar em algum outro tipo de galinha. Alguma coisa parecida com uma lontra ou uma girafa.

Então temos um quarto sem meio ambiente. Por essa razão, precisamos de Alguma Coisa que possa existir sem um meio ambiente. Alguma Coisa que não precise de ar, comida ou água para existir. Isso desqualifica toda criatura viva deste planeta.

Bem, então quanto às coisas não-vivas? Elas não precisam de um meio ambiente, é verdade. Mas então voltamos ao mesmo estado de quando tínhamos as bolas de futebol. Coisas não-vivas não produzem nada. Vamos dizer que, ao invés de bolas de futebol, temos um trilhão de moléculas de hidrogênio. Então o que acontece? O tempo passará e ainda teremos um trilhão de moléculas de hidrogênio, nada mais.

Enquanto falamos sobre a questão de coisas não-vivas, vamos também considerar o que é preciso para que elas existam. Você já ouviu falar do "Supercollider"? Anos atrás o governo americano embarcou num experimento para criar matéria. O "Supercollider" (ou Super Colisão) era um túnel subterrâneo de quilômetros e quilômetros de comprimento que eram percorridos por átomos a uma velocidade supersônica e então colidiam uns com os outros, com o objetivo de criar uma partícula minúscula. Tudo isso pelo menor pedaço de matéria...

Isso nos mostra que a nossa ilustração com as bolas de futebol não é tão simples quanto parece. Seria necessária uma quantidade de energia ABSURDA para produzir uma bola a partir do nada. E nada é tudo o que temos. E, no quarto, como vimos, há o Nada Absoluto.

Então esta é a nossa situação: A "Alguma Coisa" que existiu no começo deve ser capaz de existir sem depender de mais nada. Deve ser totalmente auto-suficiente. Porque estava sozinha no começo de tudo e não precisava de nenhum meio ambiente para existir.

Em segundo lugar, a "Alguma Coisa" que existiu desde o começo deve ser capaz de produzir outra coisa além de si mesma. Porque, se não pudesse, então essa "Alguma Coisa" seria tudo o que existe hoje. Porém, existem outras coisas hoje. Você, por exemplo.

Em terceiro lugar, para que se faça Outra Coisa - do nada - se requer uma incrível quantidade de energia. Então, essa "Alguma Coisa" deve ter uma grande fonte de energia à sua disposição. Se para se formar uma pequena partícula são necessários milhares e milhares de quilômetros de partículas em colisão (e, como sabemos, o resultado foi nulo) então, que tamanha quantidade de energia não seria necessária para formar tudo o que há!

Vamos voltar ao nosso quarto. Imagine que temos uma bola de futebol muito especial dentro do quarto. Ela pode reproduzir outras bolas de futebol. Ela possui todo aquele poder e energia. É completamente auto-suficiente não precisando de nada além dela para existir, porque ela é tudo o que existe. Essa bola de futebol é Alguma Coisa Eterna.

Vamos imaginar que a bola de futebol produz uma outra bola de futebol. Qual delas será a maior, digo, com respeito ao TEMPO? Bola 1. Ela é a Alguma Coisa Eterna. Ela sempre existiu. Bola 2, porém, veio a existir quando produzida por Bola 1. Então uma bola é finita levando em consideração o tempo, a outra é infinita.

Qual das duas será maior considerando o poder? Novamente, Bola 1. Ela foi capaz de produzir a Bola 2 do nada - o que também significa que ela tem o poder de desfazer (destruir) Bola 2. Então Bola1 é muito mais poderosa que Bola 2. De fato, em todo o tempo, Bola 2 deverá depender de Bola 1 para sua própria existência.

Mas, você diz: e se Bola 1 compartilhar um pouco do seu poder com Bola 2 - poder suficiente para destruir Bola 1? Então Bola 2 seria a mais poderosa, porque Bola 1 deixaria de ser, certo?

Existe um problema nessa possibilidade. Se Bola 1 compartilhasse um pouco do seu poder com Bola 2, esse poder ainda seria o poder da Bola 1. A pergunta então seria: Poderia Bola 1 usar o seu próprio poder para destruir a si mesma? Não. Porque para usar seu próprio poder, Bola 1 tem de existir.

E além do mais, Bola 1 é tão poderosa que qualquer coisa que puder ser feita, só pode vir a existir por intermédio dela. Mas não é possível para Bola 1 deixar de existir, e, por isso, não pode destruir a si mesma.

Bola 1 não pode se desintegrar, porque, em primeiro lugar, nunca foi criada. Bola 1 sempre existiu. Ela é a Alguma Coisa Eterna. Assim como é a existência. É vida, vida infinita. Para Bola 1 ser destruída seria preciso algo mais poderoso. Mas nada é mais poderoso que Bola 1, nem nunca poderá ser. Ela não precisa de mais nada além dela mesma para existir. Por essa razão, não pode ser transformada por nenhuma força externa. Ela não pode acabar, porque não teve começo.

Ela é o que é e nada pode mudar isso. Não pode deixar de ser, porque SER é a sua própria natureza. Nesse sentido, ela é intocável.

O que vemos com isso: a Alguma Coisa no começo de tudo sempre será soberana em relação à Outra Coisa que ela produzir.

A Alguma Coisa existe por si só. A Outra Coisa, porém precisa de Alguma Coisa para existir. É, portanto, inferior a Alguma Coisa, e sempre será assim, porque a Alguma Coisa Eterna não precisa de nada.

A Alguma Coisa é capaz de produzir Outra Coisa que seja semelhante a ela em alguns aspectos, mas - não importa o quê - Outra Coisa será sempre diferente dela em outros aspectos. A Alguma Coisa Eterna sempre será soberana considerando o tempo e o poder. Desta forma, Alguma Coisa Eterna não pode produzir um exemplar igual a ela mesma. Ela sozinha, sempre existiu. E sozinha pode existir independente de outras coisas.



Última edição por Elohim888 em Seg Ago 31, 2009 4:16 pm, editado 1 vez(es)

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3 Re: O que existiu no início ? em Sex Ago 14, 2009 9:47 pm

Existe Alguma Coisa Eterna. Alguma Coisa sempre existiu. Alguma Coisa não tem começo. Se essa Coisa tem alguma necessidade, ela mesma pode suprir. Nada mais é necessário para que ela exista. E esta não pode produzir outro ser igual ou mais poderoso. Qualquer coisa que produza não será eterna. Por essa razão, a Alguma Coisa Eterna não pode produzir outra Alguma Coisa Eterna. Ela sempre será soberana a qualquer outra coisa que existir.

Agora poderia a Alguma Coisa Eterna ser mais de uma? Possivelmente. Vamos imaginar que inicialmente houvesse cinco Coisas Eternas. Se este fosse o caso, porém, todas as cinco seriam exatamente iguais no que diz respeito ao tempo e ao poder. Todas não-criadas, todas eternas, todas capazes de fazer qualquer coisa que seja. Isso mais uma vez nos mostra que qualidade, não quantidade, é o mais importante.

Então, o que sabemos sobre a(s) Coisa(s) Eterna(s)? Ela(s) não está(o) sozinha(s) agora. Porque Outra Coisa existe: você, por exemplo. Agora se pergunte se você é a Alguma Coisa Eterna ou uma delas. Se você o é, então você não tem começo, não existem necessidades que você mesmo não possa suprir e qualquer coisa que possa ser feita só pode vir a ser através de você. É isso o que você é? Se a resposta é não, então você é com certeza uma Outra Coisa, não a Alguma Coisa Eterna ou uma delas.

Vamos voltar ao nosso quarto grande, escuro e vazio. Mas agora imaginemos que um átomo de hidrogênio e um átomo de nitrogênio estão dentro do quarto. Para o bem do próprio argumento, digamos que esses átomos são as Coisas Eternas. Elas sempre existiram. Qualquer coisa que possa ser feita vem a existir por meio delas.

Então, elas decidem produzir Outra Coisa. Pois elas são as únicas coisas que existem no quarto. Mas espere, podem o hidrogênio e o nitrogênio decidir alguma coisa? Bem, para elas serem as Coisas Eternas, elas DEVEM ter a habilidade de tomar uma decisão.

Pense bem. A Alguma Coisa Eterna deve ESCOLHER mudar as coisas. A Alguma Coisa Eterna é eterna; sempre existiu independente de outras coisas. O que é mais importante: ela, sozinha, sempre existiu. O que isso quer dizer? Isso quer dizer que nenhum evento pode acontecer sem a permissão da Alguma Coisa Eterna.

A Alguma Coisa Eterna é tudo o que existe e ponto final. Em conseqüência disso, a única coisa existente que pode acabar com a solidão da Alguma Coisa Eterna é ela mesma. Não pode haver nenhuma outra força externa à Alguma Coisa Eterna porque a Alguma Coisa Eterna é tudo o que há.

Por essa razão, se átomos de hidrogênio nitrogênio são as Algumas Coisas Eternas, nenhuma força externa pode influenciá-las. Elas são tudo o que existe. Elas são as únicas forças que existem.

Como são as únicas coisas existentes, somente elas mesmas podem acabar com a sua própria solidão. Não há nada na existência que possa, por acaso, influenciá-las a produzir Outra Coisa.

Outra Coisa não poderia ser criada por acaso. Por quê? Porque, para isso acontecer, o "acaso" deveria ser mais poderoso que o átomo de hidrogênio e de nitrogênio. Mas os átomos são tudo o que existe. Qualquer coisa que possa ser feita, só ocorre por meio deles. "Acaso" então é a Outra Coisa. E, como vimos, Outra Coisa não pode ser mais poderosa do que a Alguma Coisa Eterna. Na verdade, nesse estágio, o Acaso nem existe.

Se o Acaso é algo externo a Alguma Coisa Eterna, então ele não existe a não ser que tenha sido criado por Alguma Coisa Eterna. Mas mesmo se o Acaso tivesse sido criado pela Alguma Coisa Eterna, o Acaso, sendo Outra Coisa, seria sempre inferior a Alguma Coisa Eterna.

Então, se Outra Coisa é criada, é pelo poder e VONTADE da Alguma Coisa Eterna. Outra Coisa pode ser produzida por Acaso somente se o Acaso for criado antes da Outra Coisa. Mas o Acaso por si só, não pode ser produzido por acaso. Ele teria que ser criado pelo desejo da Alguma Coisa Eterna.

O que isso nos diz sobre nossos átomos de hidrogênio e nitrogênio? Que eles não são meramente Algumas Coisas Eternas, eles são Pessoas Eternas, pois têm vontade própria, ou seja, possuem a habilidade de escolher. Logo, são seres com personalidade própria.

Mas, por que a Alguma Coisa Eterna deve ser assim, com poder de escolha? Pense novamente no quarto escuro com apenas hidrogênio e nitrogênio dentro. Eles são as Coisas Eternas. Eles, sozinhos, existem no quarto, desde a eternidade.

Eles existem totalmente independentes um do outro. Não precisam do outro para sobreviver. Por essa razão, se produzirem Outra Coisa, não é algo de que precisem (como o instinto de sobrevivência que encontramos nos animais). E mais, se as moléculas criarem Outra Coisa, não será por Acaso - a não ser que criem o Acaso primeiro. O Acaso é uma força, mas as Coisas Eternas (os dois átomos) são tudo o que existe.

Além do mais, os átomos não são meras máquinas. Máquinas são construídas e programadas por algum tipo de força externa. Mas eles (as Coisas Eternas) são as únicas coisas que existem. Não existe outra força além deles.

Conseqüentemente, se eles produzirem Outra Coisa dentro do quarto, a razão para essa produção está somente nas mãos deles, pois nenhuma outra força existe. Não existe mais nada no quarto a não ser os átomos.

Eles não são forçados a produzir Outra Coisa por instinto, acaso, necessidade ou pela vontade de uma delas. Nada pode controlá-los. Quaisquer coisas que eles façam, as fazem por razões próprias.

Essa razão só pode ser sua vontade própria. Elas devem escolher criar Outra Coisa, ou nada além irá existir. Permanecerão no quarto, sozinhos para sempre, ao menos que decidam criar Outra Coisa. Eles precisam mais do que poder para criar Outra Coisa. Precisam - em um determinado momento que se diferencia de todos os momentos em que existiram - decidir usar seus poderes para gerar uma Outra Coisa.

Se não tiverem vontade própria (como as bolas de futebol que vimos no estudo anterior), então, o poder que possuem nunca seria usado para criar Outra Coisa. Esse poder seria usado somente para prolongar suas existências. E a solidão deles duraria eternamente.

A Alguma Coisa Eterna tem existido sozinha por toda a eternidade. Deve ter existido uma razão, para que, a Coisa Eterna, quisesse mudar isso. Se Outra Coisa existe, existe por causa da Alguma Coisa Eterna, porque ela mesma, resolveu acabar com sua solidão.

Se a razão da existência da Outra Coisa não está na Alguma Coisa Eterna, então Outra Coisa nunca irá existir. Pois a Alguma Coisa Eterna, em algum momento, foi tudo o que existiu.

Mas sabemos que existem Outras Coisas. Por essa razão, a Alguma Coisa Eterna deve ter a habilidade de usar o seu poder. Deve ter a habilidade de criar Outra Coisa além de si mesma. Visto que, ela tem vontade própria1, a Coisa Eterna é pessoal. Isso quer dizer que a Alguma Coisa Eterna na verdade é um Alguém Eterno.

Este Alguém Eterno não é controlado por instinto de sobrevivência, porque não tem necessidades e de modo nenhum pode deixar de existir. E mais, Alguém Eterno não cria nada por Acaso, a não ser que tenha criado o Acaso primeiro. O Acaso é uma força que deve ter sido criada pelo Alguém Eterno, do contrário não existirá. Enfim, o Alguém Eterno não é uma máquina, pois não há ninguém além dele para forçá-lo ou programá-lo para fazer alguma coisa.



Última edição por Elohim888 em Seg Ago 31, 2009 4:16 pm, editado 1 vez(es)

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4 Re: O que existiu no início ? em Sex Ago 14, 2009 9:47 pm

Esta é a parte final de uma série de artigos que começou com Será que o Nada alguma vez existiu?, seguido de Alguma Coisa e então de Quem. Os pontos levantados nos artigos anteriores são seguintes:

(1) O Nada Absoluto nunca existiu. Se tivesse, ainda existiria hoje. Mas Outra Coisa existe. Você, por exemplo.

(2) Como o Nada Absoluto nunca existiu, houve sempre um tempo onde sempre existiu Alguma Coisa. Essa alguma coisa chamamos de Alguma Coisa Eterna. Alguma Coisa Eterna não tem começo nem fim, não tem necessidades que ela mesma não possa suprir, pode fazer qualquer coisa que seja possível ser feita e sempre será superior a qualquer coisa que criar.

(3) A Alguma Coisa Eterna não é uma máquina, controlada ou programada por qualquer força além dela mesma. Ela não criará nada desnecessariamente, pois não tem necessidades. Por essa razão, se produz Outra Coisa, precisa tomar essa decisão. Isso quer dizer que a Alguma Coisa Eterna tem vontade própria; conseqüentemente ela é pessoal. Enfim, Alguma Coisa Eterna deve ser Alguém Eterno (ou mais de um).

Continuando, o que podemos dizer sobre o Alguém Eterno, além do que já foi dito? Visto que o Alguém Eterno não tem necessidades que ele mesmo não possa suprir, pode existir sem que precise de um meio ambiente, pois existia quando não havia mais nada a não ser ele mesmo. Qualquer meio ambiente seria algo além dele e por essa razão precisaria ser criado. Mas Ele é tudo o que existe.

É muito provável que o Alguém Eterno seja transcendental; o que significa que ele pode existir fora do tempo e do espaço, pois não é limitado por nenhum deles. Ele tem existido eternamente, portanto fora do tempo. E existe sem a necessidade de um meio ambiente, portanto fora do espaço.

Sendo transcendente ao tempo e espaço, é possível que o que chamamos de Alguém Eterno seja invisível. Somente aquilo que ocupa espaço é visível. Se algo está fora do espaço, como pode ser visto? Assim, é muito provável que Alguém Eterno seja invisível e que possa viver sem a necessidade de qualquer tipo de corpo ou forma.

Para o bem do próprio argumento, vamos imaginar que Alguém Eterno decide criar Outra Coisa - ou melhor, Outro Alguém. Alguém Eterno decide criar Outro Alguém que é semelhante a ele em alguns aspectos. Como ele, o Outro Alguém terá consciência própria, que é algo necessário para se ter vontade própria. Então o Outro Alguém tem uma personalidade e tem vontade própria.

O que mais podemos dizer sobre esse Outro Alguém? Estará Outro Alguém fora do tempo? Não. Outro Alguém não terá existido eternamente. O Outro Alguém terá um começo e, portanto, será limitado pelo tempo.

Lembre-se de que tudo o que Alguém Eterno criar será inferior a ele em relação ao tempo e espaço. Isso não pode ser evitado de maneira nenhuma. Então, mesmo que Outro Alguém fosse viver eternamente no futuro, ainda assim ele teria um começo no tempo. Na verdade, sua linha de tempo cairia sobre a linha (infinita) de tempo de Alguém Eterno.

E quanto ao espaço? Será Outro Alguém limitado pelo espaço? Sim. Somente Alguém Eterno pode viver sem nenhum tipo de meio ambiente. Outro Alguém precisará de um meio ambiente para existir, mas o quê? Pense tanto sobre o espaço quanto sobre o tempo. Outro Alguém existe dentro da linha de tempo de Alguém Eterno. Da mesma forma, Outro Alguém viverá dentro da "linha de espaço" de Alguém Eterno.

O Alguém Eterno transcende ao espaço. Portanto, assim como ele está em todo lugar no tempo, estará em todo lugar no espaço. Então, quando Outro Alguém é criado, ele existirá dentro do tempo e do espaço de Alguém Eterno. Logo, Alguém Eterno é o meio ambiente no qual Outro Alguém irá existir!

Então, temos Alguém Eterno existindo ao redor de Outro Alguém. Mas há um problema: Ele não pode ver Alguém Eterno, porque Alguém Eterno transcende ao espaço e não ocupa espaço nenhum porque ele próprio é todo espaço. Pra vê-lo, alguém teria que ser capaz de ver todo o espaço e o tempo em sua totalidade. Impossível!

Então Outro Alguém não consegue detectar Alguém Eterno. Então o que Alguém Eterno deve fazer se quiser ser visto por Outro Alguém? Ele deve deixar sua posição transcendental. Algum tipo de negação da sua transcendência é essencial é possível? Sim.

Lembre-se: qualquer coisa que possa ser feita, Alguém Eterno pode fazer. Então é possível para ele se fazer visível para Outro Alguém, ou seja, deixar de ser transcendente. Mas como?

Percebemos a presença de outros no nosso mundo através da visão, do cheiro, do tato, do gosto e da audição. Se Alguém Eterno desse a capacidade para Outro Alguém ver ou ouvir, por exemplo, então Alguém Eterno poderia (1) aparecer em uma forma visível, (2) falar com Outro Alguém ou (3) fazer os dois simultaneamente. Essas seriam maneiras de deixar de ser transcendente para que Outro Alguém pudesse ter a percepção de Alguém Eterno.

Lembre-se: Outro Alguém é uma criação. Portanto, Outro Alguém é limitado pelo tempo e pelo espaço. Qualquer que seja sua natureza (do que é feito), ele será percebido no tempo e no espaço. Por essa razão, tudo o Alguém Eterno tem a fazer é assumir a mesma forma que deu a Outro Alguém. Essa é uma maneira de se fazer reconhecido.

Mas, aqui está uma pergunta: se Alguém Eterno deixar de ser transcendental para se fazer reconhecido, ainda seria o Alguém Eterno integralmente? Não! Haveria mais dele ainda não revelado. Embora pudesse divulgar muito sobre si mesmo, todo o seu conjunto - que é ele mesmo em sua transcendência - não poderia ser totalmente conhecido e compreendido por Outro Alguém.

Interessante: o cenário que vimos acima é exatamente o que vemos na Bíblia. Nós somos como o Outro Alguém. Somos limitados pelo tempo e pelo espaço. Deus, porém, é o Alguém Eterno. Ele se deixou sua posição transcendental na pessoa de Jesus Cristo. Para descobrir mais, continue lendo...

1. Deus é o Alguém Eterno. Ele sempre existiu e continuará existindo pra sempre.

"Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus". (Salmos 90:2)
"Será que você não sabe? Nunca ouviu falar? O Senhor é o Deus eterno, o criador de toda a terra. Ele não se cansa nem fica exausto; sua sabedoria é insondável". (Isaías 40:28)
"Assim diz o Senhor, o rei de Israel, o seu redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro e eu sou o último; além de mim não há Deus". (Isaías 44:6)
"Mas o Senhor é o Deus verdadeiro; ele é o Deus vivo; o rei eterno". (Jeremias 10:10)
"Respondeu Jesus:"Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou"! (João 8:58)
"Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre". (Hebreus 13:Cool
"Eu sou o Alfa e o Ômega", diz o Senhor Deus, "o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso". (Apocalipse 1:Cool
"Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim". (Apocalipse 22:13)
2. Deus é invisível.

"Ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus* Unigênito, que está junto do Pai, o tornou conhecido". (João 1:18)
"Deus é espírito..." (João 4:24)
"Ao Rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém". (1Timóteo 1:17)
"...o bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o único que é imortal e habita em luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver. A ele sejam honra e poder para sempre. Amém". (1Timóteo 6:15-16)
3. De certa forma, nós vivemos em meio a Deus porque Ele está em todo o lugar, ainda que seja diferente de nós.

"Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença?" (Salmos 139:7)
"O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há é o Senhor do céu e da terra, e não habita em santuários feitos por mãos humanas. Ele não é servido por mãos de homens, como se necessitasse de algo, porque ele mesmo dá a todos a vida, o fôlego e as demais coisas. De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar. Deus fez isso para que os homens o buscassem e talvez, tateando, pudessem encontrá-lo, embora não esteja longe de cada um de nós. 'Pois nele vivemos, nos movemos e existimos', como disseram alguns dos poetas de vocês: 'Também somos descendência dele'". (Atos 17:24-28)
4. Qualquer coisa que possa ser feita, pode ser por Deus.

"Existe alguma coisa impossível para o Senhor?" (Gênesis 18:14)
"O nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que lhe agrada". (Salmos 115:3)
"Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que ainda virá. Digo: Meu propósito permanecerá em pé, e farei tudo o que me agrada". (Isaías 46:10)
"Jesus olhou para eles e respondeu: 'Para o homem isso é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis". (Mateus 19:26)
"Pois nada é impossível para Deus". (Lucas 1:27)
5. É possível para Deus deixar de ser transcendental. Ele pode revelar a si mesmo tomando a forma humana.

"No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus".
A Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, a glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade". (João 1:1,1:4)
"O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam -- isto proclamamos a respeito da Palavra da vida. A vida se manifestou; nós a vimos e dela testemunhamos, e proclamamos a vocês a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada". (1João 1:1-2)
"Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele". (1Colossenses 1:15-16)
"O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa. Depois de ter realizado a purificação dos pecados, ele se assentou à direita da Majestade nas alturas..." (Hebreus 1:3)
"Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus..." (Filipenses 2:5)
6. Quando Deus deixa sua natureza transcendental, não é o seu todo que é revelado, mas ainda assim é Ele.

"...o Pai é maior do que eu". (João 14:28)
"Eu e o Pai somos um". (João 10:30)
"...Quem me vê, vê ao Pai..." (João 14:9)

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5 TDI Nordeste em Qui Set 14, 2017 8:49 am

Admin


Admin
Bom dia. Agradeço a Marcos Eberlin, e pelo convite, é um prazer, e uma honra  poder estar aqui com todos voces e compartilhar um pouco sobre o mundo fascinante microscópico das maquinas moleculares. Meu nome é Otangelo Grasso, sou suiço - italiano, mas moro em Aracaju. Ha alguns anos me dedico ao estudo do mundo bioquimico, e como principalmente as células funcionam, e estou aqui para condividir um pouco deste conhecimento com voces. Se eu conseguir despertar em voces o mesmo entusiasmo que eu sinto, e conseguir encorajá-los a pesquisar e dedicar um pouco do tempo de vocês, meu objetivo será alcançado. De fato, este mundo é ademais fascinante, pois demonstra a excepcional inteligencia de Deus, e o que ele investiu para implantar estes sistemas moleculares. Coisa, que nos deixa maravilhados e boquiabertos. Vamos descobrir os mecanismos  fascinantes e extraordinários que foram descobertos nas últimas decadas mediante intenso estudo cientifico no campo da bioquimica, e biologia, e também como nosso sistema solar e a luz são  finamente ajustados para permitir vida na terra. Mais especificamente, iremos explorar os conceitos essenciais que para comprender a fotossíntese, sem a qual, não haveria vida avançada na terra. E nem voce, e nem eu, estariamos aqui hoje. Esses conceitos incluem a natureza da luz, as propriedades de pigmentos, e a biosintetização das partes que compoem este sistema, que aponta para um processo irredutivelmente complexo. Para que vida avançada na terra se tornasse possível, uma cadeia de circumstancias sortudas foram necessárias. A maior fonte de energia da terra é o sol, que é o propulsor de toda vida na terra. Esta energia é transformada em energia que organismos biologicos avançados multicellulares transformam e usam para execução dos processos que permitem a se manterem vivos. Uma cadeia interdependente é necessária, aonde vários itens, ou partes nanomoleculares são indispensáveis, entre a energia solar que é transformada em energia quimica,  e ajustes finos entre o sol e a terra para que isto se torne possivel, e isto aponta como causa a um designer inteligente, um criador, que teve  que criar todos estes sistemas com o objetivo claro de tornar vida no planeta terra possível. 

Há mais de três séculos, o nascimento das ciências modernas foi marcado pela idéia de que a função do corpo é baseado em máquinas orgânicas cujo desempenho pode ser explicado por leis semelhantes às que operam em máquinas feitas pelo homem. No século XVII, este conceito foi utilizado não só para explicar funções que, obviamente, refletiam os dispositivos mecânicos (como o movimento esquelético e articular ou a ação dos músculos). Um belo exemplo que illustra isso é um musculo no olho, em particular. 


Observe o Músculo oblíquo superior e a Trochea. A característica que torna o oblíquo superior tão distintivo é o mecanismo da polia. Como os músculos retos, o oblíquo superior surge na parte de trás da órbita e corre para frente à frente. Em vez de anexar ao globo ocular diretamente, ele passa por uma pequena polia (uma roda ou polia). Isso muda a direção do oblíquo superior, de modo que ele puxa o globo ocular para frente e para dentro. À medida que o oblíquo superior passa para a frente ao longo do ângulo interno superior da órbita, é arredondado e musculoso. Pouco antes de alcançar a trocela, torna-se um cordão tendinoso fino, suave e redondo. Então, ao passar pela polia, volta para um ângulo agudo de modo que sua direção de tração esteja em linha com o oblíquo inferior. Claramente, a menos que todas as partes diferentes estejam presentes e funcionem corretamente, todo o sistema não funcionará. Ninguém em seus sentidos certos sugeriria que um dispositivo artificial similar ao superior oblíquo e com uma função tão específica poderia ter se reunido por uma série longa de acidentes de sorte, não importa quanto tempo esperamos. No entanto, isso é o que a noção de evolução exige que acreditemos. Isto não deve mencionar o sistema de controle computadorizado totalmente fantástico orquestrando todos os doze músculos oculares, sem os quais eles seriam inúteis.

Um músculo ocular estreita para um cordão e depois passa através de uma funda, chamada Trochlea. Este design simples permite que o músculo tire na direção necessária e o ajude a funcionar no espaço disponível. O outro olho tem uma trocela também, e essa está invertida. A seleção natural de Darwin * não pôde escolher ESTA CONFIGURAÇÃO SLING até que * funcionasse minimamente, encaminhando o músculo através da funda. Qualquer estágio evolutivo que teria conduzido a esta configuração, antes de qualquer funcionalidade muscular através da fiação, teria tido que progredir por mutações puramente aleatórias, o que teria que modificar todos os tipos de tecido necessários para alcançar essa funcionalidade, incluindo o osso , nervo, músculo e cartilagem, e fazê-lo de uma maneira que levou a essa função, e sem conferir qualquer benefício desta configuração até que a ardilhava começasse a funcionar (de modo que eventualmente poderia dar uma vantagem real, que a ardósia não poderia dê até funcionar com o estreitamento muscular e roteamento adequadamente).



A reação de inclinação ocular. 
Quando a cabeça está inclinada para um lado, ambos os olhos rolam na direção oposta para manter uma visão vertical do meio ambiente. Esta resposta reflexa  ocorre extremamente rápida , em cerca de 10 milissegundos após a estimulação do aparelho vestibular na orelha interna. A altura de cada olho é ajustada ao mesmo tempo. Ou seja: O músculo oblíquo superior atua em conjunto com o músculo oblíquo inferior para "manter nossa visão horizontalmente nivelada, independentemente da posição do olho na órbita".

Mas também desde aquela época, o conceito de maquinas biologicas se adotava  para outras operações - digestão, sensação, fermentação e produção de sangue . Para explicar essas operações mais delicadas, pensou-se que máquinas corporais envolvem pequenos componentes que poderiam escapar à detecção a olho nu. Esta visão derivou, em parte, da ciência clássica grega, que foi defendida por Demócrito de uma visão  que o Universo é composto de átomos.  



Marcello Malpighi, um dos maiores cientistas do século XVII  foi um dos primeiros a atribuir a função do corpo a uma série organizada de minutas 'máquinas orgânicas' . Ele escreveu:

"A natureza, para realizar as maravilhosas operações em animais e plantas, tem tido prazer em construir seus corpos organizados com um número muito grande de máquinas, que são necessariamente constituídas por partes extremamente minúsculas tão formadas e situadas, que formam um órgão maravilhoso, cuja composição geralmente é invisível a olho nu, sem o auxílio do microscópio.

Enzimas são grupos de substâncias orgânicas de natureza normalmente proteica ,  que têm funções catalisadoras, catalisando reações químicas que, sem a sua presença, dificilmente aconteceriam, resultando no aumento da velocidade da reação e possibilitando o metabolismo dos seres vivos.

Ficou cada vez mais claro que a função das enzimas depende não apenas da sua composição química elementar, mas também da configuração de seus componentes. Por exemplo, as interações efetivas entre enzimas, substratos e cofatores dependem da disposição espacial dos elementos interagentes. Esta visão levou ao interesse pela estrutura de moléculas complexas. Também foi evidente que a função das enzimas e outras moléculas biológicas poderia ser regulada através de mecanismos de controle específicos.

Com o advento da teoria de Darwin, a importancia das maquinas moleculares para explicar nossas origens ficou para trás. Mas com o avanço cientifico, cada vez mais estas maquinas vieram a tona, e um mundo que na época de Malpighi mal se imaginava. Isto teve também impacto em relação a como explicar nossas origens. 

Michael Behe lançou um livro, a caixa preta de Darwin, aonde revelou algumas dessas maquinas, e como elas poderiam ter surgidas mediante a evolução, é até hoje um mistério, apesar de inúmeras tentativas. Ele escreveu:

Para dizer que alguma função é entendida, todas as etapas relevantes do processo devem ser esclarecidas. As etapas relevantes nos processos biológicos ocorrem, em última análise, no nível molecular, de modo que uma explicação satisfatória de um fenômeno biológico, como visão ou digestão, ou imunidade, deve incluir uma explicação molecular. Já não é suficiente, agora que a caixa preta foi aberta, para uma "explicação evolutiva" desse poder para invocar apenas as estruturas anatômicas dos olhos inteiros, como fez Darwin no século 19 e à medida que os mais popularizadores da evolução continuam fazendo até hoje. Anatomia é, simplesmente, irrelevante. O mesmo é o registro fóssil. Não importa se o registro fóssil é consistente com a teoria evolutiva. O registro fóssil não tem nada para nos dizer, digamos, como a biossintese de clorofila se desenvolveu passo a passo. Tampouco os padrões de biogeografia são importantes, ou de genética populacional, ou as explicações que a teoria evolutiva deu para a abundância rudimentar de órgãos ou espécies.

A melhor explicação da origem das maquinas moleculares
Para poder identificar qual explicação é a mais adequada, precisamos entender que elas  encontram seus equivalentes nos artefatos feitos pelos homens, assim, para entender seu funcionamento, e como são constituidas, cientistas podem fazer uma montagem em reverso, ou seja, pegar a maquina pronta, e dismontar ela em suas subunidades individuais, para entender como são montadas, e forma e constituição das sub-unidades, ou peças individuais. 

Primeiro 
precisamos saber a função ou utilidade. 

Segundo
A constituição e organisação geral

Por exemplo: Segue o diagrama de uma turbina hidraulica á esquerda, feita pelo pelo homem, e na direita, ATP sintase, o nano motor equivalente que produz ATP, a energia para as células - um dos motores mais eficientes na terra. 



Neste diagrama podemos identificar todas as peças que constituem a turbina, as peças individuais  e seu arranjo. 

Ambas as máquinas são reversíveis com um menor reajuste. Na máquina molecular, a energia eletroquímica em um gradiente de prótons é normalmente usado para produzir movimento rotativo e ATP ( a molécula usada para fornecer energia ao corpo ), mas a máquina também pode trabalhar em reverso  para produzir um gradiente eletroquímico à custa do ATP . Na máquina feita pelo homem, a energia potencial hidráulica poderia ser convertida em trabalho mecânico que o homem poderia usar

Terceiro
A identificação e constituição das peças individuais que formam a maquina. O tamanho destas peças, a constituição dos materiais usados , sua forma, seu encaixe com outras partes da maquina, e sua função. Como os materiais para construção de tais peças foram importadas do exterior para o interior da célula, como foram transformados da forma  bruta para constituição que a célula pode usar para tal parte da proteina, molécula, enzima e tal. A origem de zero até conseguir a função básica, mais elementar da peça - sujeita a eventual futura evolução ou adaptação da peça.

Quarto
Entender os processos de como as peças individuais foram montadas para resultar em complexos de maquinas moleculares funcionais com funções objetivos e delineados. 

Quinto
Assim como em fábricas humanas, aonde robôs exercem a função em uma linha de montagem, de montar um carro, por exemplo,  fabricas célulares tem proteinas, que equivalem a robôs, que são usadas exclusivamente para montar outras proteinas / complexos de maquinas moleculares. E necessário  identifica-las.

Sexto: 
Como funciona  sua regulagem, e os mecanismos que permitem se adaptar aos ambientes naturais

O genoma precisa conter a informação para montagem de 

- todo o apparato, na sequencica certa das peças individuais, aonde e como precisam ser montadas
- a informação da constituição das peças individuais
- a informação das maquinas que montam as peças individuais
- a informação da regulagem da maquina
- a informação de se houve erro na montagem, e se houve, a desmontagem da peça e reciclagem ou descarte

Agora vem o grande problem para a teoria de Darwin : 

Um número minimo de maquinas moleculares havia que se formar ANTES que a vida pudesse ter inicio. Isto significa , que não havia evolução, pois a evolução apenas podia começar a existir a partir de replicação de DNA nas células. Então COMO explicar a origem deste grande número de peças iniciais indispensáveis, se não houve mecanismos evolutivos ? 

Eis o grande dilema dos proponentes de naturalismo : a única alternativa para evolução, neste estagio historico da terra, eram reações quimicas aleatorias não guiadas - que teriam que dar origem a fabrica mais complexa do universo, a célula biologica. 

Quando o interno de células biologicas começou a ser desvendado, o que se revelou diante dos pesquisadores, foi aquem do que  poderia se imaginar

Michael Denton  escreve em Evolução: A teoria em crise:
"Para compreender a realidade da vida tal como foi revelada pela biologia molecular, devemos ampliar uma célula em um milhão ou mais de vezes até ter vinte quilômetros de diâmetro e assemelhar-se a um dirigível gigante o bastante grande para cobrir uma grande cidade como Londres ou Nova York. O que veríamos seria um objeto de complexidade sem paralelo e design adaptativo. Na superfície da célula, veríamos milhões de aberturas, como os orifícios portuários de um vasto navio espacial, abrindo e fechando para permitir que um fluxo contínuo de materiais flua dentro e fora. Se fossemos entrar em uma dessas aberturas, nos encontraríamos em um mundo de tecnologia suprema e complexidade desconcertante. A complexidade do tipo de célula mais simples conhecida é tão grande que é impossível aceitar que tal objeto possa ter sido jogado junto de repente por algum tipo de evento assustador, imensamente improvável. Tal ocorrência seria indistinguível de um milagre. A célula é uma verdadeira fábrica micro-miniaturizada que contém milhares de peças requintadamente desenhadas de maquinaria molecular intrincada, composta por 100 mil milhões de átomos, muito mais complicada do que qualquer máquina construída pelo homem e absolutamente sem paralelo no mundo não-vivo.



O químico Wilhelm Huck, professor da Radboud University na Holanda diz:

Uma célula biologica funcional é mais do que a soma de suas partes. "Uma célula em funcionamento deve ser inteiramente correta ao mesmo tempo, em toda a sua complexidade.

Ou seja, existe uma numero minimo de peças necessárias, para tornar uma célula funcional. Isto confirma 100% o conceito de Behe da irredutibilidade da complexidade. Apenas dito em outras palavras.

E Lynn Margulis disse:
Ir de uma bactéria para as pessoas é menos de um passo do que passar de uma mistura de aminoácidos a uma bactéria. 

Isto contradiz o escape de alguns  que alegam que células biologicas poderiam ter iniciadas em uma forma mais bruta, ou primitiva.

Novas evidências sugerem que LUCA , o Último ancestral comum foi um organismo sofisticado, afinal, com uma estrutura complexa reconhecível como uma célula, relatou o pesquisador James Whitfield, professor de entomologia em Illinois e co-autor do estudo.. Seu estudo aparece na revista Biology Direct. O estudo presta apoio a uma hipótese de que LUCA pode ter sido mais complexa do que os organismos mais simples vivos hoje.

O grande problema do Darwinismo é justamente este. As células só tem função, uma vez que estiverem 100% completas, com todas as partes no lugar - mas não só isso. 

Um outro exemplo emblemático é o olho. Darwin é freqüentemente citado como vendo o desenvolvimento do olho como uma dificuldade significativa para sua teoria da evolução por seleção natural. Ele escreve em As origens das espécies:

Suponhamos que o olho, com todas as suas invenções inimitáveis ... poderia ter sido formado por seleção natural, parece, eu confesso livremente, absurdo no mais alto grau possível.

e algumas frases mais adiante:

A razão diz-me que, se diversas gradações de um olho simples e imperfeito para um complexo e perfeito podem ser mostradas de existir ... e se tais variações deveriam ser úteis a qualquer animal ... então a dificuldade de acreditar que um olho complexo e perfeito pode ser formado por seleção natural, não deve ser considerado subversivo da teoria.

Na verdade, ele observa ainda mais.

Como um nervo vem a ser sensível à luz, dificilmente nos preocupa mais do que a própria vida se originou; mas ..... como alguns dos organismos mais baixos ..... são conhecidos por serem sensíveis à luz, não parece impossível que certos elementos ... sejam agregados e desenvolvidos em nervos dotados dessa sensibilidade especial.

O olho sozinho não tem função. Ele SEMPRE está conectado a outras partes - até mesmo o olho mais simples conhecido.  

O olho humano, que função tem, se não houver o nervo ótico, que interliga o olho ao cortex cerebral, que consegue decifrar o sinal do olho e transformar em visão na mente ? O olho por si só não tem função nenhuma, e nem as partes individuais dentro do olho, como a lente, os fotoreceptores etc. 



Aqui uma illustração tipica do conto de fadas de como o olho evoluiu. Em 1994, Nilsson e Pelger publicaram um artigo cientifico sobre a evolução do  olho.
Na imagem esquerda, se começa com um Ocelo, ou mancha ocular, que é o olho  mais primitivo. Um grande problema com esses passos morfológicos é que eles não levam em consideração que o nervo ótico , e o cerebro , formam um sistema interdependente, e se o olho e os sinais  mudam,  o cérebro também deve mudar da mesma maneira. Vamos supor que houve uma transição de uma mancha ocular que enxerga branco e preto, e ocorre uma transição para visão de cor, o cerebro tem que acompanhar esta mudança. 

Para ter um entendimento completo dos fatos, porém, tem que ir mais fundo. Não é o suficiente começar o relato de como a evolução mudou o olho passo a passo, com a mancha ocular, e começar a explicar a partir dai. A origem da mancha ocular também precisa ser elucidada. A explicação precisa começar desde o começo, desde de zero.

Observe como os darwinistas sempre evitam um relato completo sobre origens, mas preferem se focar apenas na evolução, que só começa com a replicação do DNA. A evolução apenas se refere a origem das especies, a biodiversidade. E como fica com a origem da vida, a origem dos elementos quimicos, a origem da terra, so sistema solar, da nossa galáxia, do universo, das leis da física ? tudo isso precisa de uma explicação. Ai se inventa a evolução cósmica, a evolução quimica, para chegar a evolução darwiniana. Mas se for analisar tudo no conjunto, não há exlicaçoes convincentes em base do naturalismo filosofico, no qual os ateus se apoiam. Votando a mancha ocular : 


A mancha ocular, na sua forma mais simples,  é apenas um fotoreceptor. 

Conexão com estruturas  motoras, para o movimento em resposta à luz

Em alguns organismos, todos os três destas funções são desempenhadas por uma única célula-a Euglena unicelular é um exemplo. Tem um ponto sensível à luz, grânulos de pigmento para sombreamento, e cílios motor. 



A digital camera (Fig 5A) captures an object and stores it as a digital file on a memory card so that we can view it on a computer or print it. The following steps are involved:



  • Rays of light reflect from an object (a pencil) and enter the camera through the lens (1) which focuses it onto the camera chip (2).


  • On the chip (2), light sensitive cells convert the light energy into an electrical signal.


  • The electrical signal is sent along cable connections (3) to a processing unit.



Our visual system (Fig. 5B) uses analogous structures and processes to generate an image impression:



  • The lens (1) focuses light onto the retina (2).


  • Photoreceptor cells in the retina (2) convert the light energy into nerve impulses.


  • The nerve impulses are sent through the optic nerve (3) towards the brain (black arrow). Neurones send information via electrical impulses known as action potentials (see more details here)


 

A narrativa evolucionista conta que os primeiros organismos dos quais temos evidência, foram cianobacterias, que supostamente surgiram em torno de 3,4 bilhões de anos atras. O interessante nestas bactérias é que elas tem uma maquinária, que é ultracomplexa. A capacidade que se destaca e a fotossintese. A fotossíntese oxigenada consiste na transformação de energia solar em energia quimica, que os organismos usam para as atividades do organismo. 

A fotossintese  exemplifica de forma nitida por que os acontecimentos nas células se assomelham com os procedimentos de maquinas criadas por nós, humanos. O design inteligente se baseia em dois pilares de evidencias, que apontam para a necessidade de uma agencia inteligente: O fato que sistemas biologicos não podem surgir mediante a evolução. O unico mecanismo causal que explica a origem da vida, e da biodiversidade, é ação direta divina mediante inteligencia, vontade e poder. Os dois pilares principais do argumento do DI são a complexidade irredutível, e informação complexa, instrucional ou specificada dentro das células para organizar procedimentos moleculares, a a construção de proteinas, as maquinas celulares.

 A o processo da fotossíntese é interdependente, no sentido que depende de várias partes ou maquinas bioquimicas, que são interconectadas de forma que se uma dessas maquinas não estiver no meio do processo exercendo sua função, todo o processo para de funcionar, pois falta um substrato intermediario.  Na evolução, cada passo evolutivo precisa conferir ou produzir um traço que é vantajoso para a sobrevivencia de um organismo. E aquele conto que de um passinho a um passinho, chega lá. Um passo vantajoso após o outro. Este é o lema.









Mas voltando a fotossintese :  Nós temos um sistema criado pelo homem, que  encontra perfeita parallela com o funcionamento da  fotossintese. Para entender como fotossintese funciona, podemos dar uma olhada primeiro em um sistema fotovoltaico. Placas solares, e sistemas fotovoltaicos,  transformam energia solar, em energia que pode ser armazenada em baterias, e usada para todo tipo de serviço. Para illustrar do que estou falando, vamos ver um sistema fotovoltaico.

1. Painéis solares – Fazem o papel de coração, “bombeando” a energia para o sistema.
2. Controladores de carga – Funcionam como válvulas para o sistema. Servem para evitar sobrecargas ou descargas exageradas na bateria, aumentando sua vida útil e desempenho.
3. Inversores – Cérebro do sistema, são responsáveis por transformar os 12 V de corrente contínua (CC) das baterias em 110 ou 220 V de corrente alternada (AC), ou outra tensão desejada.
4. Baterias – Trabalham como pulmões. Armazenam a energia elétrica para que o sistema possa ser utilizado quando não há sol.



Fica evidente, que nenhum engenheiro iria inventar our projetar paineis solares por si so. Ele teve que vislumbrar o objetivo final, e a fim de alcança-lo, ele projetou, e colocou no papel a descrição detalhada de cada uma das quatro partes necessárias, e como produzi-las, para chegar ao objetivo. Se uma destas quatro partes faltar, o objectivo não é alcançado, e energia em forma utilizavel não é produzida. Mas não é só isso. Ninguem de sã mente também iria projetar qualquer uma das partes individuais, que por si só não teriam função. Assim, cada uma das partes descritas acima 1. não tem função por si só, 2. Não tem função, se apenas uma das partes no sistema faltar, e 3. Só tem função, se todas as partes estão no devido lugar, e 4. Se estiverem interligadas corretamente, e ajustadas, para cada uma exercer sua devida função. No caso do sistema fotovoltaico, a descrição é que é interdependente. Se fosse um relógio, aonde uma roda é engrenada em outra, então seria um sistema irredutivelmente complexo , pois  a Definição aprimorada de William Dembski diz: -

"Um sistema que executa uma determinada função básica é irredutivelmente complexo se inclui um conjunto de peças bem-combinadas, que interagem mutuamente, peças não-arbitrariamente  individualizadas de modo que cada peça no conjunto é indispensável para a manutenção básica do sistema, e por conseguinte a função original. O conjunto destas partes indispensáveis é conhecido como o núcleo irredutível do sistema ". ( No Free Lunch, página 285, 2001)

bem combinadas quer dizer que as peças se encaixam uma na outra.

A fotossintese trabalha da mesma forma, ou seja, energia solar é captada, e transformada em energia quimica mediante várias peças indispensáveis, e um processo que requer que todas as peças necessárias estejam no lugar certo, e interconectadas da forma correta.




Clorofila. 
As moléculas de clorofila consistem em uma cabeça de porfirina e uma cauda de hidrocarbonetos que ancora a molécula de pigmento em regiões hidrofóbicas de proteínas embutidas nas membranas de tilacoide. 


 A diferença entre o sistema criado pelo homem, e a fotossíntese é, que o sistema biologico é inimaginávelmente mais complexo, e bem elaborado, usando até tecnologia de mecânica quantica para obter reações em picosegundos, inimaginavelmente  rápidas.

As bactérias fotossintéticas e células eucariotas em plantas coletam energia solar para a fotossíntese em estruturas chamadas complexos de antenas de colheita de luz. Podemos equiparar estes complexos a usinas de captação de energia solar, aonde um grande número de placas solares trabalham em conjunto para captar energia solar:






e o equivalente em sistemas biologicos:



Um complexo de colheita de luz  é um complexo de proteínas de subunidades que é parte de uma super-complexo maior, do fotossistema , no centro, a unidade funcional da fotossíntese.

Ele é usado por plantas e bactérias fotossintéticas para coletar mais da luz recebida do que seria capturado pelo centro de reação fotossintético sozinho. Complexos de colheita de luz são encontrados em uma grande variedade entre as diferentes espécies fotossintéticas. Os complexos consistem de proteínas e pigmentos fotossintéticos e centro de reação fotossintético para cercar, direcionar, e conduzir  a energia captada e energizada,  a partir de fótons absorvidos pelo pigmento, em direção ao centro da reação utilizando Förster transferência de energia de ressonância.


A energia de excitação migra do complexo de antena para o centro de reação. Uma trajetória potencial é mostrada acima.

Clorofila é o composto organico mais abundante, e mais importante no planeta. Sem ele, vida avançada na terra não seria possível.

Quando a clorofila absorve energia da luz solar, um elétron na molécula de clorofila é excitado de um estado de energia mais baixo para um maior.


Princípio da fluorescência. 
Representação esquemática do fenômeno de fluorescência no modelo Bohr clássico. A absorção de um quantum leve (azul) faz com que um elétron se mova para uma órbita de energia mais alta. Depois de residir neste "estado excitado" por um tempo específico, a vida útil da fluorescência, o elétron cai de volta à sua órbita original e o fluorochrome dissipa o excesso de energia ao emitir um fóton (verde).

A clorofila a é o principal pigmento verde do mundo das plantas, é certamente o mais difundido e conspícuo de produtos naturais orgânicos



 



Uma das objeções muito comuns ao exposto acima é que talvez um estagio intermediário poderia servir para outra finalidade, ou que até as peças individuais poderiam previamente ter sido utilizadas em outro sistema com outras finalidades, e depois co-optadas para a função descrita.





 
A clorofila a é encontrada em todos os organismos que tem o mecanismo de fotossintese oxygenica, e tão importante, que Blankenship, um dos cientistas mais experientes em fotossintese escreveu em um dos artigos cientificos dele : Que um único tipo de molécula tornou-se tão dominante na fotossíntese oxigenada é surpreendente, considerando a enorme variação no mundo vivo, e muito tempo que a fotossíntese existe. Tentando responder a esta pergunta é importante para as tentativas de procura por vida e fotossíntese em planetas distantes.

O nosso sistema solar é relativamente estável.
Grande parte do universo está longe de ser estável. Supernovas (estrelas que morrem), nebulosas, buracos negros, colisões violentas e outros fenômenos fazem do o universo um lugar excitante, para dizer o mínimo. O sistema solar tem que oferecer condições quase perfeitas para a terra ter alguma chance de qualquer natureza de possibilitar vida. Cada planeta do nosso sistema tem uma órbita circular quase perfeita ao redor do sol. Tal órbita é crítica! Isto significa que a distância entre cada planeta é constante, e interação é mantida a um mínimo. A interação seria particularmente problemática se qualquer um dos planetas interiores fosse disturbar os campos gravitacionais dos gigantes gasosos. Tal encontro poderia rasgar a Terra de sua órbita e enviá-la arremessada em direção ao sol ou põe-na no espaço profundo. Esta estabilidade do sistema solar é um dos problemas mais antigos da física teórica, que remonta a Isaac Newton.

O nosso Sol é o correto para permitir vida na terra
- do tamanho e a massa correta  - ele não poderia ser nem maior, nem menor
- O Sol emite a quantidade certa de energia solar - nós vamos ver isto em mais detalhes mais adiante
- A Reação de fusão solar é finamente sintonizada  
- Estabilidade pouco comum - a saída de luz do Sol varia em apenas 0,1% ao longo de um ciclo de manchas solares (aproximadamente 11 anos)




Os compostos ou moléculas orgânicas são, na sua generalidade, as substâncias químicas que contêm na sua estrutura Carbono

https://creation.com/vision-control

1. https://droso4schools.wordpress.com/l5-vision/

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