Evidências de Deus , uma fé racional

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como podemos explicar o universo ?

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1 como podemos explicar o universo ? em Qui Mar 24, 2011 11:10 pm

http://logoshp.6te.net/ttpateus.htm

Como explicamos o Universo? Como explicamos a existência do mundo? Bem, falando logicamente, há só algumas opções. Mas uma delas é racionalmente aceitável.

Nosso ponto de partida sobre a discussão do mundo é afirmar que ele existe de fato no tempo e espaço. Há alguns que debatem este assunto, dizendo que o Universo é apenas uma ilusão. No entanto, a maioria dos ateus, sendo materialistas (que crê que toda realidade é finalmente matéria e energia), aceitarão seu ponto de partida. 9Se o mundo foi uma ilusão, não haveria nenhuma razão para crer que todos nós percebêssemos o mundo da mesma maneira. Mas nós vemos o mundo da mesma maneira, de forma que haja previsões exatas [ciência]. Dizer que o mundo é uma ilusão desafia nosso bom senso e experiência.)

Desde que nós temos um mundo real a nossa volta, como o consideramos? Bem, a primeira opção é que o mundo de algum modo foi criado ou criou a si mesmo. Isto, no entanto, é uma conclusão irracional. Para se criar, teria que existir algo antes que fosse criado e isso é completamente absurdo. Algo não pode existir e não existir ao mesmo tempo e da mesma maneira. Concluir que o mundo se criou ou se causou a si mesmo não é uma alternatica racional aceitável.

Uma segunda sugestão para isto é que o Universo veio do nada por nada. Alguns ateus, de fato, afirmam esta maneira. Isto, no entanto, também é irracional porque algo não pode vir do nada. Um efeito não pode ser maior que sua causa - e neste caso a causa não seria nada. Uma das leis básicas da física é expressa pela frase em latim
ex nihilo, nihil fit, "do nada, nada se faz". Isto é um tremendo salto de fé crer que o mundo surgiu do nada. Lembre-se que o ateu é alguém que supõe não ter nenhuma fé.

Nossa terceira opção é que o Universo é absolutamente eterno. Sempre esteve aqui. Esta alternativa, no entanto, também está condenada ao fracasso. Primeiro, o mundo em que nós vivemos mostra sinais que é contingente (dependente para sua contínua existência de algo fora dele, algo sem causa e absoluto). De fato, nenhum só elemento no Universo contêm a explicação para sua existência. Por conseguinte, esta cadeia de contingências que nós chamamos mundo faz necessária a existência de uma causa não-causada ou absoluto.

Além disso, o conceito de um Universo eterno contradiz a ciência moderna que ensina que o Universo teve um princípio específico (Big-Bang) um finito período de tempo atrás. Pior ainda, contradiz o fato científico que o mundo está com a energia se deteriorando (segunda lei da termodinâmica). Se o Universo sempre existiu (eterno), já havia ocorrido a entropia (veja The Fingerprint of God by Hugh Ross [Promise Publishing, 1989]). Além do mais, se o Universo fosse eterno, então teria um passado infinito (quer dizer, um número infinito de dias, semans, meses, anos, etc.). Isto, no entanto, leva a uma contradição lógica. Por definição, ninguém pode chegar ao fim de um período infinito de tempo; não obstante, nós temos chegado ou atravessado hoje ao denominado passado infinito (ver Scaling the Secular City). Isto faz esta teoria de Universo eterno científica e filosoficamente insustentável.

Já que estas outras alternativas tem falhado, a única alternativa verdaderiamente racional é que o Universo foi originado por uma entidade fora do espaço e tempo, uma entidade por definição sem causa e última. E, porque este Ser cria outros seres que são pessoais, Ele deve ser um Ser pessoal (lembre-se, o efeito não pode ser maior que a causa). Esta explicação é perfeitamente harmonizada com que a Bíblia ensina: "No princípio Deus criou os céus e a Terra" (Gn. 1.1).

Este argumento, ainda que poderoso, não leva o ateu a uma fé pessoal com Cristo. De certa forma, ele ou ela chega a uma deidade com muitos atribuitos teístas. No entanto, este argumento ilustra que crer em Deus é racional e neste caso é a única alternativa racional para o Universo.

Neste ponto podemos voltar à discussão de Jesus Cristo e Suas afirmações em ser Deus encarnado (veja Christian Apologetics, por Norman Geisler [Baker Book House, 1976] and History and Christianity by John Warwick
Montgomery [Bethany House Publishers, 1964). Lembre-se que só acreditar não salva uma pessoa. É uma relação com Jesus Cristo que salva (Jo. 14.6).

Nós não temos discutido algumas das objeções atéias sobre este argumento. Para uma lista de objeções e refutações acerca do arguemento cosmológico, veja Faith and Reason, por Ronald Nash [Zondervan Publishing House, 1988] e The Existence of God por Richard Swinburne [Oxford University Press, 1979]

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